No meio da metrópole tinha uma trilha

Duda Menegassi
domingo, 21 janeiro 2018 16:46
Grupo percorreu 31 km pelos caminhos da Trilha Transcarioca. Foto: Duda Menegassi.
Grupo percorreu 31 km pelos caminhos da Trilha Transcarioca. Foto: Duda Menegassi.

Caminhar por dois dias dentro da floresta não pareceria nada de mais, exceto quando a floresta em questão está dentro de uma metrópole com mais de 6 milhões de habitantes. Esta é a magia das trilhas no Parque Nacional da Tijuca, localizado no coração de uma das maiores cidades do mundo, o Rio de Janeiro. Um encanto potencializado pela criação da Trilha Transcarioca que cruza a cidade de uma ponta a outra ao longo de 183 km e nove unidades de conservação. Para realização da nona travessia comemorativa do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), caminharíamos apenas por um trecho de 31 km dessa imensidão natural inserido dentro do parque nacional.

Sou carioca e, mais especificamente, tijucana. O parque foi o quintal da minha infância. Um baita quintal, diga-se de passagem, com quase 4 mil hectares de Mata Atlântica. Um território verde que aos olhos de uma criança parecia infinito. Ter uma área protegida dessa dimensão inserida no contexto urbano é um privilégio. Quando ela abriga locais como a Pedra da Gávea e o Corcovado esse privilégio se traduz também na alcunha de Cidade Maravilhosa. Os 3 milhões de visitantes anuais e o título de parque mais visitado do país não me deixam mentir.

“O carioca convive diuturnamente com esse parque, um canto do Rio que não chega a ser canto, uma vez que o Rio é que está ao seu redor”, escreve Pedro da Cunha e Menezes em um livro sobre a Floresta da Tijuca. E continua, “Na verdade, cantos são os outros lugares, a Floresta é o enchimento, o miolo, o coração” para concluir que “a Floresta é o Rio”. O atual coordenador-geral de uso público do ICMBio foi um dos participantes da travessia, que reuniu cerca de 20 pessoas, entre elas o coordenador do Movimento Trilha Transcarioca, Horacio Ragucci, servidores do parque, montanhistas e voluntários da trilha de longo curso carioca.

Nossa caminhada começou às 8h40 junto com alguns moradores locais que se preparavam para aproveitar o sábado de sol em alguma das cachoeiras na área da Represa dos Ciganos. O traçado da travessia tijucana corresponde aos seis primeiros trechos da Trilha Transcarioca dentro do parque nacional. Aos pés da estrada Grajaú-Jacarepaguá, este é o começo do trecho 11, que tem como destino o largo do Bom Retiro, a 9,4 km de distância.

Trilha se intercala com o rio dos Ciganos, que dá nome à região. Foto: Duda Menegassi.
Trilha se intercala com o rio dos Ciganos, que dá nome à região. Foto: Duda Menegassi.

O percurso começa por uma antiga estrada de pedras, hoje usada apenas por pedestres. Após cerca de 2 km chegamos na Represa dos Ciganos, alimentada pelo rio que dá nome à região. O reservatório de água foi construído em 1906 e ainda hoje é usado pela CEDAE para o abastecimento urbano, por isso o banho é proibido. A partir da represa, entramos em uma trilha que serpenteia junto ao curso d’água e passa pelas cascatas do Assento, Ciganos e do Ramalho, até chegar ao Lajeado, uma grande rocha por onde passa o rio.

Na medida em que seguimos as pegadas amarelas sobre fundo preto, marca da sinalização no sentido leste, nos distanciamos dos barulhos da cidade e dos visitantes de final de semana, até que restou apenas a quietude imperturbável da floresta. O denso silêncio da mata incomoda pela ausência de sons de animais. Ao longo dos dois dias de travessia, ouvimos alguns pássaros e avistamos um caxinguelê (Sciurus aestuans), um sapo e três espécies de cobra: jararaca (Bothrops jararaca), coral-verdadeira (Micrurus corallinus) e cipó (Chironius bicarinatus). Nenhum macaco-prego (Sapajus nigritus), nenhum quati (Nasua nasua), nenhum bicho-preguiça (Bradypus variegatus) e nenhum tucano (Ramphastos spp.). A floresta está lá, mas está praticamente vazia. A exceção somos nós, mamíferos bípedes popularmente conhecidos como caminhantes.

A trilha sobe pelo vale em um trecho denso de floresta em que se destacam enormes figueiras (Ficuss spp.) de mais de 15 metros de altura e com certeza décadas, quiçá séculos de vida, que dão um charme especial ao percurso. A Mata Atlântica se exibe em todo o seu esplendor. Além da beleza cênica, este trecho guarda parte da memória viva da floresta quando ali predominavam não as árvores, mas os pés de café. A própria trilha se apropria do traçado de um antigo caminho colonial aberto na época dos engenhos e fazendas. As ruínas da maior delas, a Fazenda da Boa Vista, estão a um pequeno desvio de 35 metros da trilha principal. Lá ainda é possível ver os restos dos fogões onde os grãos de café eram torrados e os muros de pedra que dividiam os cômodos, hoje cobertos de raízes e musgo.  Uma paisagem impactante que conta um capítulo da história do Rio de Janeiro.

As ruínas da antiga Fazenda da Boa Vista foram reclamadas pela natureza. Foto: Duda Menegassi.
As ruínas da antiga Fazenda da Boa Vista foram reclamadas pela natureza. Foto: Duda Menegassi.

Enquanto avançávamos na caminhada, um grupo menor ficou para trás. Três voluntários seguiam em um ritmo mais lento por um motivo nobre: fazer os ajustes e reparos necessários na sinalização. A Transcarioca foi criada com o objetivo ser uma trilha autoguiada e o trabalho para mantê-la assim precisa ser constante. Boa parte desse esforço é feito por mão-de-obra voluntária junto com os servidores das unidades de conservação pelas quais passa o percurso.

Após 6 km, alcançamos uma trifurcação orientada por um conjunto de placas, dentre as quais o nosso próximo destino, o Pico da Tijuca. Além das pegadas amarela ou preta, de acordo com o sentido, placas indicativas e setas complementam a sinalização no parque.

Enquanto aproveitávamos a pequena clareira para lanchar, um dos guarda-parques recebeu a notícia de que havia acontecido um assalto na estrada que corta o parque. A ocorrência, infelizmente tão comum ao carioca, vem junto com o lembrete de que, por mais distante que pareça estar da cidade, a floresta não está isenta dos problemas da metrópole. A violência transborda das ruas para dentro das fronteiras da unidade de conservação e esse não é um problema de cunho ambiental, mas de segurança pública.

Continuamos a caminhada em direção aos picos, primeiro ao Tijuca Mirim, o irmão menor com 917 metros de altitude, e depois ao Pico da Tijuca, o ponto mais alto do parque, a 1.021 metros. Para alcançar o cume é preciso vencer 117 vertiginosos degraus esculpidos diretamente na pedra com o apoio de apenas uma pesada corrente de ferro.

Nas alturas, a paisagem é panorâmica e permite ver o Rio de uma ponta a outra entrecortado pelo contorno das montanhas que circundam a cidade. Ao longe, é possível distinguir a silhueta da Pedra da Gávea que, vista do pico, não parece tão imponente quanto vista do chão.

Do Pico da Tijuca é possível ter uma vista de cima do Rio. Foto: Duda Menegassi.
Do Pico da Tijuca é possível ter uma vista de cima do Rio. Foto: Duda Menegassi.

Do Pico da Tijuca seguimos para outro cume, a 3 km dali, o Bico do Papagaio. A trilha até lá é fácil, com exceção dos últimos 500 metros onde o percurso é íngreme e se converte quase em uma escalaminhada que exige o apoio das mãos nas pedras e raízes. Depois de já ter percorrido aproximadamente 11 km, a subida foi feita em passos lentos e cansados. Próximo ao topo, encontramos uma obra de manejo em andamento para instalação de uma escada de madeira feita para evitar os riscos de desabamento da encosta devido à erosão. A previsão é que a obra fique pronta até o final de janeiro de 2018.

Já subi ao Bico do Papagaio mais de meia dúzia de vezes e sei a paisagem quase de cor, mas nunca deixo de me impressionar. De um lado, as montanhas cobertas de verde encobrem completamente as praias da zona sul. Do outro, a zona oeste se estende plana, até que se encontra com as outras montanhas cariocas do Maciço da Pedra Branca, protegido por um parque estadual homônimo desde 1974.

“A descida íngreme é conhecida informalmente como “ladeira dos cinco apoios” já que a declividade somada ao solo coberto de folhas é propícia à queda. Nada fatal, apenas um possível golpe à honra”.

Com o relógio próximo das 17 horas, voltamos para a trilha – agora com ajuda da gravidade – e descemos até a bifurcação que apontava o próximo pico do roteiro: a Cocanha. Menos badalado que outros cumes, o visual do Morro da Cocanha é igualmente merecedor de atenção. Após uma curta subida alcançamos o topo, formado por quatro grandes pedras, uma do lado da outra, onde subimos para descobrir mais um ângulo maravilha da cidade abençoada pela natureza.

Normalmente este cume é feito em bate-volta pelos visitantes, mas nós seguimos em frente pela trilha conhecida como Cocanha invertida que desce para área central do parque. A descida íngreme é conhecida informalmente como “ladeira dos cinco apoios” já que a declividade somada ao solo coberto de folhas é propícia à queda. Nada fatal, apenas um possível golpe à honra. Com passos cuidadosos e vagarosos, descemos por cerca de 2 km até chegarmos a um trecho mais plano, conhecido como Platô do Céu.

Sempre atentos às pegadas amarelas, alcançamos a ponte pênsil, último atrativo do percurso. Com o balanço e o leve rangido da madeira, atravessamos os 27 metros da ponte suspensa e continuamos pela trilha até sairmos na estrada que corta o parque. Cruzamos a pista e entramos novamente na floresta, afinal, para quê andar no asfalto se você pode andar na trilha? Junto com os últimos raios de luz do dia, percorremos o quilômetro final do dia até o Barracão, estrutura utilizada pelos funcionários do parque. Excepcionalmente em função da travessia, teremos a oportunidade única de dormir na floresta já que não há nenhum ponto de camping permitido dentro da unidade de conservação. A vantagem é que, por estar inserido no contexto urbano, não faltam opções de hospedagem nas cercanias do parque.

A ponte pênsil, último atrativo depois de uma dia de 16km de caminhada. Foto: Duda Menegassi.
A ponte pênsil, último atrativo depois de uma dia de 16km de caminhada. Foto: Duda Menegassi.

Após os 16 km do primeiro dia de travessia, marcados pelo sobe e desce entre vários morros, foi com uma alegria indescritível que recebi a notícia de que haviam camas disponíveis para nós. Um verdadeiro luxo que minhas costas agradeceram assim que deitei. A quilometragem aparentemente pequena camufla o esforço que é percorrer as montanhas cariocas.

No dia seguinte, por volta das 8h30, recomeçamos a caminhada. Este é o setor principal do parque, a Floresta da Tijuca. Destino frequente de famílias para festas e piqueniques no final de semana. Era um domingo de sol  e, como de costume, o movimento dos visitantes já agitava o parque. A trilha é intercalada por zonas recreativas e cruza o Centro de Visitantes, até chegar na Capela Mayrink, construída em 1850, um dos atrativos históricos do trecho, assim como o Alto Cruzeiro, um altar de pedra feito pelos escravos que eram proibidos de utilizar a capela. “A história do Rio está na mata, nós é que não a conhecemos”, pontuou o guarda-parque Álvaro enquanto o voluntário da Transcarioca e adotante do trecho, Anderson, contava a história por detrás daquela cruz no meio da floresta.

De fato, capítulos inteiros da história da antiga capital do Brasil estão escondidos na floresta. Alguns imperceptíveis hoje, como a história do reflorestamento pioneiro do Maciço da Tijuca, que começou por ordem de Dom Pedro II no século XIX.

Descemos pela trilha que ziguezagueia encosta abaixo até chegarmos em uma pequena passarela de madeira suspensa. O mirante inusitado é uma instalação artística permanente feita por Eduardo Coimbra em 2008. A obra que faz às vezes de atrativo é um indício de que estamos nos aproximando do Museu do Açude, antiga casa de Castro Maya, um colecionador de arte cuja vasta coleção de 22 mil obras pode ser vista no museu. O resto de sua coleção que reuniu em vida está exposta na Chácara do Céu, outra de suas residências no Rio.

Parede externa do Museu do Açude exibe parte da coleção de Castro Maya. Foto: Duda Menegassi.
Parede externa do Museu do Açude exibe parte da coleção de Castro Maya. Foto: Duda Menegassi.

Seguimos pela trilha dos estudantes, que sobe em direção ao Mirante da Cascatinha, a cerca de 1,5 km de distância. O mirante foi reformado em 2017 e hoje consiste numa plataforma de madeira que se projeta para fora da montanha e permite que o visual, que sempre foi lindo, ganhe horizontes ainda mais amplos. A imensidão verde é quebrada apenas pela visão da Cascata Taunay, que dá nome ao atrativo.

A trilha desce então por 1 km até o Portão Floresta, a entrada principal do parque, situada na praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista. O trecho de asfalto nos lembra de que estamos na cidade e aproveitamos este pequeno intervalo de civilização para comer na loja de conveniência de um posto de gasolina antes de continuar. Aqui, as pegadas estão nos postes e muros – sintomas de uma trilha urbana. O concreto, entretanto, não dura muito, são apenas 700 metros até reentrarmos na floresta, no início do trecho 14 da Trilha Transcarioca, sentido Mesa do Imperador.

“Este é um dos poucos trechos que nasceram com a Transcarioca desde o berço, no final de 2012”.

Este é um dos poucos trechos que nasceram com a Transcarioca desde o berço, no final de 2012. O traçado pôde ser planejado desde o princípio levando em conta questões como o declive e a sustentabilidade do percurso. O resultado é uma trilha que sobe de forma gradual e agradável, mas não isenta de esforço, obviamente, afinal estamos subindo uma montanha.

Antes de chegarmos na bifurcação que leva ao Mirante da Freira, primeiro atrativo do trecho, passamos por uma seção onde a encosta havia desabado ao lado da trilha, felizmente deixando o caminho intacto, e criando um inesperado – e um pouco assustador – mirante.

O mirante oficial, da Freira, está situado a cerca de 2 km do início da trilha, acessado a partir de um desvio de 600 metros devidamente sinalizado. O visual voltado para o litoral contempla a Pedra da Gávea e a Pedra Bonita, que também fazem parte do Parque Nacional da Tijuca. Mais adiante, outro mirante, o do cume do Morro da Boa Vista, que faz jus ao nome. Este com certeza é um dos trechos mais bonitos da Transcarioca. Mas o verdadeiro tesouro cênico da trilha está na Pedra da Proa, a 630 metros de altitude, de onde descortina-se a paisagem de cartão-postal do Rio de Janeiro. Ou melhor, da Cidade Maravilhosa. Porque diante do Corcovado, do Pão de Açúcar, da Lagoa Rodrigo de Freitas e da orla da zona sul, tudo que eu consigo pensar é “maravilhosa!”. Uma paisagem melhor vista do que descrita em palavras.

Visual de cartão-postal da Pedra da Proa. Foto: Duda Menegassi.
Visual de cartão-postal da Pedra da Proa. Foto: Duda Menegassi.

Somos obrigados a dar as costas para paisagem e seguir morro abaixo. O caminho, entretanto, ainda guarda alguns tesouros, como o mirante do Alto do Pai Ricardo e o que talvez seja o trecho de floresta mais antigo do parque, com árvores de mais de 300 anos. Ou seja, bem anteriores ao reflorestamento. Acredita-se que a Mata do Pai Ricardo, como é conhecida, é um raro remanescente de Mata Atlântica original no Maciço da Tijuca. Sem a mão do homem, apenas da natureza. Árvores como jequitibá (Cariniana spp), pau-d’alho (Gallesia integrifolia) e a rara guapeba (Chrysophyllum imperiale), também conhecida como árvore-do-imperador, sobrevivem neste precioso trecho de floresta preservada.

Por falar em império, depois de 1,5 km de descida chegamos à Mesa do Imperador. O nome do atrativo faz referência à predileção de Dom Pedro II pelo local onde, reza a lenda, ele gostava de fazer piqueniques. A vista com certeza é digna de realeza, assim como na Vista Chinesa, próxima dali e um dos atrativos mais populares do parque tanto pela beleza cênica quanto pela facilidade do acesso, que pode ser feito de carro pela estrada Dona Castorina. Para os trilheiros, há também a opção de chegar no monumento através de uma trilha que começa a 100 metros da Mesa do Imperador, do outro lado da pista. O percurso de 1,6 km é o trecho mais curto da Transcarioca e quando chegamos, por volta das 16h, o atrativo estava cheio de visitantes admirados com a paisagem nas cores azul, verde e cinza que compõem a aquarela carioca.

A Vista Chinesa é um dos atrativos mais populares do parque. Foto: Duda Menegassi.
A Vista Chinesa é um dos atrativos mais populares do parque. Foto: Duda Menegassi.

Sem disputar com os turistas um espaço no mirante, já que estávamos na vantagem neste quesito, voltamos para trilha, que desce em direção ao Parque Natural Municipal da Cidade. Estávamos prestes a inaugurar o novo circuito da Trilha Transcarioca, aberto na semana anterior a nossa travessia graças à uma força-tarefa de voluntários e guarda-parques que fizeram a poda, sinalização e manejo do caminho. O percurso circular possui 2.6 km e oferece mais um atrativo cultural, o Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro, que fica dentro do parque municipal.

Os últimos passos da nossa travessia de 31 km foram também os primeiros do recém-aberto circuito e, como manda o espírito folião do carioca, fomos recebidos com festa pela equipe do museu e do parque. Na floresta impera o orgulho de ser carioca. Afinal, a Floresta, com letra maiúscula mesmo, é o coração do Rio.

Traçado da travessia de 31 km. Em vermelho os contornos do Parque Nacional da Tijuca. Fonte: Google Earth.
Traçado da travessia de 31 km. Em vermelho os contornos do Parque Nacional da Tijuca. Fonte: Google Earth.

 

Travessia no Parque Nacional da Tijuca

Onde: Parque Nacional da Tijuca (RJ)

Distância: 31 quilômetros

Pernoite? Sim. O pernoite foi feito no Barracão com permissão excepcional. Há opções de hospedagem no entorno do parque.

*A travessia percorreu seis trechos da Trilha Transcarioca, um percurso sinalizado e auto-guiado que não requer a presença de guia. Acesse o site para mais informações sobre os trechos.

 

*Duda Menegassi é jornalista de ((o))eco e a convite do ICMBio está acompanhando as dez travessias em unidades de conservação que a serem completadas em 2017, em comemoração aos dez anos do órgão ambiental.

 

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7 comentários em “No meio da metrópole tinha uma trilha”

  1. Lembrando que o assalto foi no asfalto, numa das vias internas do PNT.

    Boa matéria, mandou bem Duda!

    A chegada no Parque da Cidade foi muito emocionante, uma grande festa! Parabéns a todos envolvidos e a toda família Trilha Transcarioca.

    TRILHA TRANSCARIOCA
    SOMOS MONTANHISTAS
    DEFENDEMOS O MEIO AMBIENTE
    SOMOS MUITOS !!!

    Responder
  2. Rio de Janeiro = calor infernal, cidade lotada, preços ridículos, crime, violência, corrupção, funk ostentação, bala perdida…em que pese a bela paisagem e o sex-appeal

    Responder
  3. Que matéria fantástica, muitas vezes vemos a mídia dando toda cobertura para os pontos negativos da cidade e com razão devido a violência, mas nos esquecemos do quanto a natureza é bela e nos faz bem, desejo com toda minha força que essa fase melhore e que possamos aproveitar mais esse lugar maravilhoso que é o Rio de Janeiro e suas belezas.
    Obrigado por compartilhar!
    Alexandre Souza.
    Agência de Marketing Digital

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