Fotografia

No olho do tufão

A visão das ruas de Tacloban, Filipinas, após a passagem do devastador Tufão Haiyan. Foto: Nove da Firenze - Notiziario Online

Redação ((o))eco ·
12 de novembro de 2013 · 13 anos atrás

Segundo o diretor de Operações do Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários da ONU, John Ging, 660 mil pessoas foram obrigadas a sair de suas casas em razão da passagem do Tufão Haiyan. A ONU estima que mais de 10 mil pessoas morreram — um número que a organização teme ser muito maior. O tufão devastou a zona central do Arquipélago das Filipinas na sexta-feira (8/11), com ventos de mais de 250 quilômetros por hora e ondas de mais de cinco metros de altura. Foto: Nove da Firenze – Notiziario Online

 

 

 

 

 

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
19 de agosto de 2026

Assembleia Legislativa do Paraná aprova Sistema Estadual de Trilhas

Projeto de lei que cria o SETrilhas/PR, com o objetivo de alavancar a agenda regionalmente e consolidar a integração com a Rede Brasileira de Trilhas, segue para sanção

Reportagens
19 de agosto de 2026

Relação Brasil-China pode impulsionar rastreabilidade da carne bovina na Amazônia

Maior comprador de carne e soja brasileiras, país asiático pode ajudar a transformar exigências comerciais em incentivos para integrar sistemas e melhorar a transparência das cadeias

Análises
19 de agosto de 2026

Vila da Paz: regularização fundiária não pode ignorar o metano do Lixão do Alvarenga

Estima-se que aproximadamente 2 milhões de toneladas de resíduos tenham sido depositadas no local até o seu fechamento, em 2001. Passados 25 anos, o problema permanece

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.