Vídeos

Vídeo: O Museu Nacional vive, por Alexander Kellner

Um mês após o incêndio que consumiu o palácio onde ficava o mais importante museu natural do país, o diretor do MN explica como essa instituição sobreviveu às chamas

Daniele Bragança · Márcio Lázaro ·
7 de outubro de 2018 · 3 anos atrás
Meteorito de Bendegó, o sobrevivente. Foto: Erick Dau.

Na noite do dia 02 de setembro, um incêndio de grandes proporções consumiu parece que totalmente o prédio principal do Museu Nacional (MN), um palacete colonial que serviu de palácio imperial para Dom Pedro II e sua família. O palácio virou cinzas, embora a fachada imponente se manteve aparentemente intacta, e o país perdeu naquele domingo parte considerável da sua história natural e cultural esta noite.

Foque no “parte considerável”. Outra parte do acervo estava em outros prédios fora do palácio e sobreviveu. É o que conta o atual diretor do MN, o paleontólogo Alexander Kellner.

Leia Também

O triste saldo da destruição do grande museu brasileiro de história natural

Incêndio e descaso destroem o maior acervo científico do país

Vídeo: O que é mito da natureza inesgotável no Brasil? por José Augusto Pádua

  • Daniele Bragança

    É repórter especializada na cobertura de legislação e política ambiental. Formada em jornalismo pela Universidade do Estado d...

  • Márcio Lázaro

    Jornalista, repórter cinematográfico, editor de vídeo e imagens, mestre em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento (UFRJ).

Leia também

Vídeos
30 de setembro de 2018

Vídeo: O que é mito da natureza inesgotável no Brasil? por José Augusto Pádua

Neste vídeo, o professor da UFRJ especialista em história natural explica as consequências deste mito e por que devemos abandoná-lo

Notícias
3 de setembro de 2018

Incêndio e descaso destroem o maior acervo científico do país

Museu Nacional começou a virar pó no começo da noite deste domingo (02), no ano do seu bicentenário.  Não há registros de feridos, mas parte incalculável da história natural se perdeu para sempre

Reportagens
3 de setembro de 2018

O triste saldo da destruição do grande museu brasileiro de história natural

Perdeu-se o crânio de Luzia, a "primeira brasileira", fósseis de dinossauros, milhões de insetos e invertebrados, 700 antiguidades do Egito e muito mais

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta