Exibindo imagens da riqueza dos recifes de coral da região de Abrolhos, no sul da Bahia, o Projeto Coral Vivo apresenta em seu canal no YouTube a série “Amar o Mar”. Conhecida por ter a maior diversidade coralínea do Atlântico Sul, a região é o cenário central dos episódios que vão mostrar quais são as maneiras de cooperar para a sua conservação. O segundo episódio vai ao ar hoje (08).
Publicados sempre às terças e quintas ao longo deste mês, os vídeos falarão sobre a função que os recifes têm de berçários da vida marinha para a reprodução de inúmeras espécies, a produção de areias pelos peixes e a relação de predação dos corais durante a noite. As ameaças que as ações humanos têm provocado na região e possíveis soluções para conservá-la serão temáticas da série.
Responsável pela série, o Projeto Coral Vivo. patrocinado pela Petrobras, tem uma rede de pesquisa que estuda a biodiversidade e a ecologia da região.
Confira abaixo o primeiro episódio da série:
Leia Também
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Projeto Coral Vivo lança livro de divulgação científica com pesquisas e histórias
A publicação lançada nesta terça (20) reúne as 45 edições do ‘Coral Vivo Notícias’ e inclui pesquisas feitas ao longo dos 17 anos de monitoramento e trabalho com corais →
Mineração em alto mar mostra novos desafios na preservação da biodiversidade
Embora a lei traga segurança jurídica, o desafio técnico será minerar a quilômetros de profundidade sem destruir habitats inexplorados →
Lei que proíbe pesca em Mato Grosso não tem base científica, diz WWF-Brasil
Em nota técnica, ong afirma que estudos que sustentam criação da lei não demonstram que há sobrepesca e que principais impactos são barragens e expansão hidroviária →
