Retrospectiva: Greve pelo clima, quando os jovens tomaram as ruas

Redação ((o))eco
segunda-feira, 23 dezembro 2019 10:37
Estudantes no Rio protestam para que sociedade aja para deter o aquecimento global. Foto: Marcio Isensee e Sá/Março.

Quase toda sexta-feira é parecido. Jovens matam aula e vão para a porta do parlamento, palácio ou museus com seus cartazes informando que ‘não há planeta b’ e que ‘a Terra é nosso único lar’ tomaram conta das ruas. Em setembro, no maior protesto pelo clima já feito, a estimativa é que 4 milhões de pessoas foram às ruas. 

O movimento, inspirado na sueca Greta Thunberg, a “pirralha” mais barulhenta da nova geração de ambientalistas, inspira um monte e mata de raiva outro bando que considera uma afronta uma adolescente influenciar tantas pessoas. Paciência, a nova geração deverá ser a mais afetada até agora pelas mudanças no clima, mas não sofrerá quieta. Ela aprendeu a fazer barulho e ocupar espaços.

Veja a galeria:

“Se todas as árvores morrerem, onde eu vou fazer xixi?”. Protesto humorado em Toronto, em setembro. Foto: Francis Mariani/Flickr.
Protesto global pelo clima, em março. Acima, jovem na cidade do México. Foto: Francisco Colín Varela/Flickr.
Na Itália, pelo direito ao futuro. Protesto em setembro. Foto: Tommi Boom/Flickr.
Multidão em Londre. Foto: Roy/Flickr/Março.
Protesto em Munique, Alemanha. Em outubro. Foto: Martin von Creytz/Flickr.
Protesto pelo clima em Viena, na Áustria, em setembro. Foto: GLOBAL 2000/Flickr.

 

 

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