A situação parece estar se agravando com variações climáticas extremas que alteram a temperatura dos oceanos. O ano que passou, reporta a SZL registrou um morte sem precedentes de recifes de coral. O fenômeno que é conhecido como branqueamento e é causado pelo aquecimento das águas marinhas. Entre maio e outubro 2010, pesquisas feitas na Indonésia, país que detém parte da Grande Barreira dos Corais chegaram a evidenciar a branqueamento de 80% de algumas espécies. A quantidade é tão alta quanto as registradas 1997 e1998 quando 16% dos recifes de coral do planeta morreram devido o aquecimento dos oceanos causado pelo El Niño.
Como estratégia de conservação, os pesquisadores fizeram uma relação das 10 espécies mais ameaçadas. (Texto Gustavo Faleiros)
Abaixo fotos e informações
Physogyra lichtensteini
conhecido por seu sistema de digestão que permite a ele estender-se e absorver outros corais. Foto no topo. Fotos: Alasdair Harris
_copyright%20Tim%20Wijgerde(1).jpg)
Heliofungia actiniformis
%20with%20popcorn%20shrimp_copyright%20Wolfgang%20Krutz_waterworxs.jpg)
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Até onde vai o gigante do Sul
Proteger a araucária em seu limite norte de distribuição em Minas é também conservar a biodiversidade, favorecer a regeneração florestal e manter fontes de alimento e renda associadas ao pinhão →
Brasil tem mais de 3,7 mil plantas ameaçadas de extinção
Lista atualizada pelo Ministério do Meio Ambiente alerta para aumento do grau de ameaça do pau-brasil e para possível extinção de duas plantas da Mata Atlântica →
Proteger a biodiversidade exige conectar territórios
Brasil levou a COP 17 da Biodiversidade proposta que reforça necessidade de investir em corredores de biodiversidade e redes ecológicas que não se limitem às áreas protegidas →



Tristeza em se defrontar com tais dados, obrigada pelas informaçoes!
A salvação dos recifes de corais terá que ser feita mediante ações locais, já que o acordo de Paris ainda caminha a passos lentos, mas as ações para a eliminação de stressores locais tais como poluições, sedimentações, pesca predatória e outros podem ser feitas pelas autoridades locais em conjunto com os habitantes, quanto aos efeitos do Aquecimento Global estamos a disposição para neutralizá-los e permitir assim que os corais se fortaleçam e criem resistência e resiliência frente as mudanças que virão. Ricardo – http://www.sobrevivenciadoscorais.com.br