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Vídeo: Como a paleontologia ajuda a entender a perda da biodiversidade atual, por Lucy Souza

Daniele Bragança (Texto), Márcio Lázaro (Vídeo e Edição)
domingo, 15 dezembro 2019 17:32
Alveolo anterior da mandíbula de um Purussaurus brasiliensis encontrado no Acre. Foto: Lucy Souza.

A diversidade dos seres que vemos atualmente, grande parte ameaçada de extinção, representa apenas 1% da biodiversidade que um dia o planeta abrigou. A ciência que dá pistas e provas dessa população perdida é a paleontologia.

Carcaças de animais e plantas encontradas fossilizadas em rochas são como pegadas do que já viveu por aqui, em períodos geológicos distintos. Desde o final do século XVIII, se sabe que houve um mundo anterior aos humanos, habitado por espécies hoje extintas. 

Entender esse mundo que já não existe e como ele moldou o que existe hoje é a grande contribuição da paleontologia para a conservação. É o que explica a paleontóloga Dra. Lucy Gomes de Souza, que estuda o jacaré purussauro, o maior que já existiu na Amazônia, há cerca de 8 milhões de anos. 

Veja no penúltimo Pense Verde do ano. 

 

 

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