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A Justiça condenou 10 pessoas, entre funcionários do Ibama, empresários e madeireiros a pagar 3 milhões de reais aos cofres públicos por fraudar documentos para facilitar transporte de madeira irregular. O valor corresponde ao que ganharam com a comercialização ilegal da Autorizações de Transporte de Produto Florestal (ATPFs). Além da multa, os fraudadores tiveram seus direitos políticos suspensos por 10 anos e foram impedidos de participar de licitação e ocupar cargo público por esse mesmo período. Os servidores do Ibama, além de perder o emprego, foram multados no valor de 20 vezes a remuneração que recebiam no Ibama. Os demais réus, empresários e pessoas ligadas a eles, terão de pagar, cada um, multa no valor de R$ 20 mil.
A investigação foi deflagrada em 2006 (veja mais detalhes na matéria de Gustavo Faleiros), e a condenação foi proferida nesse mês.
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