![]() |
A Justiça condenou 10 pessoas, entre funcionários do Ibama, empresários e madeireiros a pagar 3 milhões de reais aos cofres públicos por fraudar documentos para facilitar transporte de madeira irregular. O valor corresponde ao que ganharam com a comercialização ilegal da Autorizações de Transporte de Produto Florestal (ATPFs). Além da multa, os fraudadores tiveram seus direitos políticos suspensos por 10 anos e foram impedidos de participar de licitação e ocupar cargo público por esse mesmo período. Os servidores do Ibama, além de perder o emprego, foram multados no valor de 20 vezes a remuneração que recebiam no Ibama. Os demais réus, empresários e pessoas ligadas a eles, terão de pagar, cada um, multa no valor de R$ 20 mil.
A investigação foi deflagrada em 2006 (veja mais detalhes na matéria de Gustavo Faleiros), e a condenação foi proferida nesse mês.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Quem são os 20 deputados e senadores eleitos que têm projetos contra UCs
Apuração de ((o))eco revela as propostas que atacam as unidades de conservação que estão por trás de parlamentares eleitos para mais um mandato no Congresso Nacional →
Relatório da ONU faz novo alerta sobre insuficiência no corte de emissões globais
Combate à crise climática patina com emissões nas alturas. Documento mostra que políticas de Trump elevarão ainda mais emissões dos EUA, maior emissor global →
Fachin mantém suspensa licença de instalação de Belo Sun
Após meses de mobilização liderada por mulheres indígenas, Supremo mantém suspensão de licença para projeto de ouro na Volta Grande do Xingu →

