Notícias

Projeto de lei quer prestigiar cidades sustentáveis

Proposta cria selo que será dado a municípios que cumprirem com com a Lei Nacional de Resíduos Sólidos e que preservem mais de 12m² por habitante.

Redação ((o))eco ·
29 de janeiro de 2014 · 12 anos atrás

 

Dep. Paulo Feijó (PR-RJ). Foto: Gustavo Lima / Câmara dos Deputados.
Dep. Paulo Feijó (PR-RJ). Foto: Gustavo Lima / Câmara dos Deputados.

Tornar conhecidas as cidades ambientalmente corretas é o objetivo do deputado federal Paulo Feijó (PR-RJ). Ao propor o Projeto de Lei 5546/13, que cria o chamado Selo Cidade Sustentável, prestigia municípios que mantiverem um índice mínimo de área verde por habitante e a correta destinação dos resíduos sólidos.

Pela proposta, só poderão receber o selo cidades com mais de 20 mil habitantes que cumprirem com as regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos, prevista na Lei 12.305/10, e que possuam, no mínimo, 12 metros quadrados de área verde por habitante. O Selo Cidade Sustentável será concedido por órgão ambiental federal, ainda a ser escolhido.

“Nossa expectativa é a de que o reconhecimento da qualidade da gestão ambiental das administrações públicas municipais conferido por um selo desta natureza, trará benefícios, inclusive financeiros, nacionais, estaduais e mesmo internacionais, para as cidades que se destacarem na busca da sustentabilidade”, afirma o deputado na justificativa do projeto.

O projeto de lei será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADAS) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), e tramitará de forma conclusiva, ou seja, não precisará ser analisado pelo plenário da Câmara Federal para ser aprovado.

 

Leia Também
Selo do lucro
Rotulagem ambiental
Selo, pra que te quero

 

 

 

Leia também

Reportagens
13 de janeiro de 2026

Justiça arbitra disputa sobre EIA/Rima de aeródromo no Porto do Açu

Inea sustenta que estudo é indispensável para autorizar exploração comercial do heliporto da Aeropart, incluindo cobrança de tarifas

Análises
13 de janeiro de 2026

Justiça climática, por uma transição inclusiva nos modelos de produção

A justiça climática, combinada à reparação histórica, garante que os grupos mais afetados tenham sua voz ouvida e acesso a recursos

Notícias
13 de janeiro de 2026

Super-ricos esgotam em dias sua cota anual de carbono, aponta relatório da Oxfam

Relatório expõe concentração extrema das emissões entre super-ricos, influência política sobre a agenda climática e impacto desproporcional sobre populações mais vulneráveis

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.