![Uma anambé-branco-de-máscara-negra ([i]Tityra semifasciata[/i]) fêmea, fotografada no Arenal Vista Lodge, em Costa Rica. Foto:](/wp-content/uploads/oeco-migration/images/stories/abr2014/anambe-mascarada.jpg)
Nas galerias da reportagem Manaus: horizonte perfeito para a observação de aves, dentre as muitas aves que “dão as caras”, está o pequeno anambé-branco-de-máscara-negra (Tityra semifasciata), que conheceremos um pouco melhor neste artigo.
O T. semifaciata, também chamado de araponguinha-de-rabo-cintado, vive nas bordas de capões e palmeiras da Amazônia meridional até o centro do Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul. Ocorre também no norte do Maranhão, no Tocantins e na parte oeste do Piauí. Sua faixa de ocorrência fora do Brasil, distribui-se do sul do Paraguai até o México.
A ave de porte médio, mede 21cm de comprimento. Possui uma plumagem preto-esbranquiçada, e vermelha num anel ao redor do olho e na base do bico. A cabeça do macho é preta, enquanto na fêmea tem um tom acastanhado ou acinzentado.
O anambé-branco-de-máscara-negra se alimenta predominantemente de insetos artrópodes. Os ninhos são construídos com muito material seco (folhas e pequenos galhos), dentro de buracos em árvores. Nidificam em cavidades em árvores abandonadas por de pica-paus e em buracos no topo de palmeiras mortas. Na época de reprodução, a fêmea põe de três a cinco ovos.
A espécie não se encontra sob risco de extinção. Dada a sua distribuição e abundância, foi classificada pela Lista Vermelha da IUCN como Pouco Preocupante.
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