Araras, micos e mata verdejante misturados com transporte sustentável e reciclagem. Foram percepções assim que trouxeram crianças que venceram o 2º Concurso de Desenhos promovido pela Fundação SOS Mata Atlântica. Em sua segunda edição o tema foi “Atitudes pela Mata Atlântica”. Participarem 2.711 crianças e adolescentes com idade entre 7 e 14 anos. “O objetivo é estimular o interesse da nova geração na conservação do Bioma mais ameaçado do país, a Mata Atlântica”, diz comunicado distribuída pela fundação.
O primeiro lugar foi para Giovanna Lumy Mori Oda, de Mogi das Cruzes (SP), com o desenho ‘Pequenas ações, grandes mudanças’, feito com lápis de cor e caneta hidrográfica. A segunda colocação ficou com Taylla Cunha Gama Rodrigues, de Manhuaçu (MG), pelo desenho ‘No jogo da preservação, somos peças fundamentais’, também produzido com lápis de cor e caneta hidrográfica. E, o terceiro lugar, foi para Tauana da Silva Cherutti, de Sapiranga (RS), com o trabalho ‘Em sintonia com a natureza’, feito com lápis de cor.
Vejam os trabalhos abaixo

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
IPAM e UNODC lançam guia para proteção de terras indígenas
Documento defende o protagonismo indígena na proteção territorial e reúne práticas para enfrentar invasões, garimpo e desmatamento ilegal →
Racismo ambiental: quem fica de fora da discussão climática no Brasil?
Agendas como a transição energética e planos climáticos avançam sem incluir populações periféricas, indígenas e tradicionais nas decisões →
Mudanças climáticas encurralam aves nas montanhas da Chapada Diamantina
Aumento da temperatura global pode comprometer a sobrevivência de espécies de distribuição mais restrita ao topo das montanhas, como o beija-flor-de-gravata-vermelha →

