![[i] Elephas maximus indicus[/i] em Kabini, Índia. Foto:](/wp-content/uploads/oeco-migration/images/stories/mar2015/05012010-elefante-indiano.jpg)
O elefante-indiano (Elephas maximus indicus) é uma das subespécies do elefante-asiático, nativa das florestas tropicais e decíduas da Ásia. Ele está distribuído da Índia, onde ocorre em maior número – 57% da espécie é econtrada lá -, a Bornéu, onde apenas algumas pequenas populações sobrevivem. A maior ameaça à espécie hoje é a perda de habitat pela degradação e fragmentação. A contínua expansão da população humana no habitat da espécie, além de causar os danos mencionados, também leva ao aumento de conflitos entre humanos e elefantes quando estes comem ou atropelam plantações. Outro problema crescente é a caça ilegal, embora sejam escassas estimativas confiáveis do número de elefantes mortos e as quantidades de marfim e outras partes do corpo coletados e comercializados. A Lista Vermelha da IUCN categoriza a espécie como Em Perigo.
Leia Também
O tigre-indochinês está acuado
O desaparecimento do Rinoceronte-de-java
Saola, o enigmático mamifero asiático
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Economista sugere criação de ‘pix climático’ para famílias afetadas por enchentes e deslizamentos
Proposta surgiu durante encontro promovido pela ong RioAgora.org, que reuniu especialistas para debater propostas para os candidatos ao governo do RJ →
O que está em jogo com a crise da moratória da soja
STF convoca audiência de conciliação em abril, em meio ao enfraquecimento do acordo que ajudou a conter o desmatamento na Amazônia nas últimas duas décadas →
Plano de bioeconomia aposta em metas ambiciosas até 2035
MMA publica resolução da Comissão Nacional de Bioeconomia que define objetivos para crédito, restauração e uso sustentável da biodiversidade →
