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O retorno das ararinhas bahianas

As araras-azuis-de-lear têm uma população pequena, com menos de 1000 animais. Mas o sucesso da conservação parecer mudar estes número.

Redação ((o))eco ·
6 de fevereiro de 2015 · 12 anos atrás

Araras-azuis-de-lear ([i]Anodorhynchus leari[/i])em pleno voo.  Canudos, Bahia. Foto:
Araras-azuis-de-lear ([i]Anodorhynchus leari[/i])em pleno voo. Canudos, Bahia. Foto:

A arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari) é uma espécie de arara endêmica do estado da Bahia, no Brasil. As principais ameaças para população da arara-azul-de-lear são a captura de indivíduos para o comércio ilegal de animais silvestres – que abastecem criadouros particulares no Brasil e exterior – e a destruição do seu habitat, que afeta as suas áreas de alimentação. Até 2008 a espécie era considerada pela IUCN como “Em Perigo Crítico“. A partir daí, medidas de conservação como o Programa de Conservação da Arara Azul de Lear, bem como a proteção garantida pela CITES e pelo Ministério do Meio Ambiente, contribuíram para o aumento da população – hoje estimada em 960 indivíduos – e fizeram com que classificação fosse revista em 2009 para “Em Perigo“. O risco permance, mas as chances de sobrevivência da arara-azul-de-lear são maiores.

 

 

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