Apesar de menos rigoroso do que a versão anterior, o Código Florestal brasileiro é mais preciso e engenhoso na proteção do que o peruano.
O estado do Rio de Janeiro tem metas agressivas para estimular que as pessoas visitem os seus parques e desfrutem de suas amenidades.
Os dois Centros de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) de Manaus amparam animais que sobreviveram a tiros e ao confinamento.
Entre agosto/12 e março/13, as perdas da floresta aumentaram 90%. Para contê-las, é preciso buscar soluções que vão à causa do problema.
Avalanche de novas iniciativas de estradas e ferrovias para ligar os dois países é cara e destruidora. É preciso racionalizar os projetos.
Nossos parlamentares são mestres em distorcer conceitos, como com uma canetada querer maquiar uma estrada cujo uso é escoar produção.
Com boa adaptação a áreas abertas e uma dieta eclética, que varia de outras aves a uma variedade de frutinhos, ele prospera nas cidades.
Há risco de 30% de que a carne que você consome seja oriunda de abates clandestinos. Ela pode transmitir doenças e vir de terra desmatada.
Com 185 mil hectares, o Parque Nacional do Iguaçu representa 40% das áreas de proteção integral do Paraná. Ele não merece ser mutilado.
O Congresso está alienado do interesse público e mais amigo dos interesses privados. A reabertura do Colono demonstra isso mais uma vez.
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