![]() |
| “Os periquitos príncipe negros sempre andam em quantidade. Nos primeiros dias eu via grupos com poucos indivíduos, até que vi um bando de muitos comendo sementes de capim numa várzea no período da seca. Tentei me aproximar mas não foi possível. no fundo ficou aquela sensação de frustração pela beleza que era cena. Essa frustração durou alguns dias até eu voltar ao mesmo local pela manhã e lá estavam os periquitos se alimentando e fazendo lindas revoadas.” Veja outros depoimentos do fotógrafo PalÊ Zuppani no ensaio Registro da fauna pantaneira feito para ((o))eco em março/2011. |
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Situação política e interesses estrangeiros ameaçam o Guaíba, no Rio Grande do Sul
Nova fábrica de celulose que poderá agravar a poluição do Guaíba (RS) tem a simpatia de políticos gaúchos de vários partidos →
Profetas do tempo: sabedoria, sinais e futuro no sertão da abundância
Saberes ancestrais e inovações sociais constroem um futuro sustentável no interior do Piauí. Primeiro episódio: A cultura cria raízes →
Parlamentares lutam para impedir o desmonte de um projeto de observação oceânica avaliado em US$ 386 milhões feito pelo governo Trump
Parlamentares pressionam a Fundação Nacional de Ciência a interromper o desmonte da Ocean Observatories Initiative, uma rede de monitoramento oceânico de US$ 386 mi que está sendo descontinuada pelo governo Trump →


