Fotografia

A beleza e a fragilidade das orquídeas

O Brasil possui várias espécies de orquídeas ameaçadas de extinção, como esta belíssima Cattleya schilleriana. Foto: Cláudio Nicoletti de Fraga

Redação ((o))eco ·
24 de janeiro de 2013 · 13 anos atrás

O Brasil possui várias espécies de orquídeas ameaçadas de extinção. Em 2006 ((o))eco chamou a atenção para os esforços em salvar essas belas plantas que resistem em enclaves de mata nativa, escondem-se em grotas de difícil acesso e no alto das árvores, só podendo ser alcançadas com cordas e técnicas de escalada. O Projeto Cores, do botânico Cláudio Nicoletti de Fraga, buscou conhecer mais sobre essas belas espécies, além de desenvolver técnicas para recuperação e conservação de orquídeas em seu habitat natural. A orquídea da foto é uma Cattleya schilleriana. Suas flores são deliciosamente perfumada e apresentam um forte alto. Talvez a característica mais impressionante seja a coloração dos lábios, que são brancos com detalhes magenta. Foto: Cláudio Nicoletti de Fraga

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Análises
3 de julho de 2026

Proteger o oceano é garantir um futuro sustentável

Responsável por cobrir cerca de 71% da superfície terrestre, o oceano regula o clima, produz mais da metade do oxigênio da Terra e abriga uma biodiversidade essencial para a vida

Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca. Foto: Simone Corrêa Becker / Wikimedia
Notícias
2 de julho de 2026

Câmara aprova regime de urgência para PL que reduz APA da Baleia Franca, em SC

Com isso, projeto de lei que exclui parte terrestre da Área de Proteção Ambiental (APA) no litoral catarinense pode ir direto ao Plenário para votação

Colunas
2 de julho de 2026

Quem nasceu primeiro: a ciência ou a ancestralidade?

Reconhecer os saberes tradicionais não é olhar para trás, mas compreender que uma sociobioeconomia justa e sustentável só se constrói quando ciência e ancestralidade caminham juntas

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.