![]() |
| Hoje a foto do dia em ((o))eco homenageia a ariranha (Pteronura brasiliensis), a maior espécie da subfamília das lontras. Ela é encontrada apenas na América do Sul, e no Brasil os principais santuários conhecidos da ariranha são os rios Negro e Aquidauana, no Pantanal e o médio Rio Araguaia, em especial o Parque Estadual do Cantão, com seus 843 lagos. Um dos principais fatores de riscos para a ariranha nos dias atuais é a destruição e a degradação do seu hábitat devido à expansão populacional humana. A poluição dos rios, principalmente junto de explorações mineiras, causam vítimas entre as ariranhas que se alimentam de peixe contaminado por metais, que se acumulam nos peixes e, mais intensamente ainda, nas ariranhas, que estão no topo da cadeia alimentar. Entre os metais, o que mais frequentemente contamina animais é o mercúrio, usado na extração de ouro. As ariranhas da foto foram clicadas no Rio Roosevelt, um afluente do rio Madeira. Foto: Ana Rafaela D’Amico
Leia também Uma chance para os Campos Amazônicos Saiba mais |
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Concessão inédita em gleba pública testa novo modelo de gestão para florestas na Amazônia
Edital para a Gleba Castanho leva concessões a terras públicas não destinadas e reacende debate sobre governança, controle territorial e combate ao desmatamento →
Recifes, jubartes e a conta global da proteção marinha
A biodiversidade marinha que conecta o litoral brasileiro a desafios climáticos e metas internacionais de conservação →
A quem interessa minerar terras raras no Rio Grande do Sul?
Podemos reconhecer nossas riquezas que não necessitam de mineração, como a biodiversidade do Pampa e os ecótonos presentes na transição para a Mata Atlântica →

