Fotografia

A seca em Fernando de Noronha

Mesmo após dois anos sem chuva, Fernando de Noronha ainda oferece paisagens espetaculares. Mas é um paraíso que precisa ser preservado. Foto: Carolina Mourão

Redação ((o))eco ·
8 de fevereiro de 2012 · 15 anos atrás
Para dificultar que prisioneiros em fuga se escondessem, a maior parte de vegetação original de Fernando de Noronha foi cortada na época em que a ilha funcionava como presídio. Sem a cobertura das plantas a retenção de água durante a estação seca é prejudicada, fazendo com que a paisagem lembre a do sertão nordestino. Porém, mesmo após dois anos de seca, o arquipélago de Fernando de Noronha ainda é um colírio para os olhos, como podemos ver nesta foto da repórter Carolina Mourão, tirada em 2005 em meio a uma grave crise de abastecimento de água.

Colapso na ilha
Fernando de Noronha, o paraíso ameaçado

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Externo
18 de agosto de 2026

COP17 herda desafios de financiar combate à desertificação

Em 2024, na Arábia Saudita, a COP16 falhou na transformação dos compromissos voluntários em mecanismos práticos e financiados

Salada Verde
18 de agosto de 2026

SEEG aponta 37 caminhos para reduzir emissões de metano no Brasil

Agropecuária, resíduos, florestas e energia estão entre os setores contemplados por caderno com soluções para reduzir as emissões de metano, gás 28 vezes mais potente que o CO₂

Salada Verde
18 de agosto de 2026

ONGs se juntam por novas áreas protegidas marinhas nos mares brasileiros

Proposta de mosaico de unidades de conservação visa proteger faixa de cerca de 1.500 km de montanhas submarinas, entre Ceará e Rio Grande do Norte

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.