
O Museu Biológico do Instituto Butatan abriu votação na internet para escolher o nome do mais novo morador da casa: um filhote de jararaca-ilhoa que nasceu no seu berçário, no dia 1º de março.
A votação, que se encerra no próximo dia 26, tem seis nomes para ser escolhido pelo público: Aureio, Fiuk, Homer, Jack, Neymar e Yubá. No dia 1º de julho, quando o animal completará 4 meses, será anunciado o nome escolhido.
A jararaca-ilhoa é uma espécie rara, ameaçada de extinção e originária da Ilha da Queimada Grande, litoral sul de São Paulo, a aproximadamente 30 km da costa.
A espécie, como o próprio nome sugere, é um animal insular, e portanto, tem hábitos alimentares diferentes das jararacas do continente. Como não há mamíferos na ilha, as cobras jovens se alimentam de anfíbios, lagartos e lacraias e as adultas principalmente de aves migratórias. As adultas são arborícolas, ou seja, vivem em árvores e de hábitos diurnas. Já as mais jovens são noturnos, devido aos hábitos de suas presas. No site da instituição, o público tem acesso a mais curiosidades sobre a espécie, além de jogos de colorir e, o principal, escolher o nome do filhote.
Click aqui para votar

{iarelatednews articleid=”17433,16660,19885″}
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Concessão inédita em gleba pública testa novo modelo de gestão para florestas na Amazônia
Edital para a Gleba Castanho leva concessões a terras públicas não destinadas e reacende debate sobre governança, controle territorial e combate ao desmatamento →
Recifes, jubartes e a conta global da proteção marinha
A biodiversidade marinha que conecta o litoral brasileiro a desafios climáticos e metas internacionais de conservação →
A quem interessa minerar terras raras no Rio Grande do Sul?
Podemos reconhecer nossas riquezas que não necessitam de mineração, como a biodiversidade do Pampa e os ecótonos presentes na transição para a Mata Atlântica →
