Drogas devastam na Amazônia

((o))eco
quarta-feira, 6 agosto 2008 10:00

Polícia Federal e Exército confirmam que o tráfico usa os rios da Amazônia, sobretudo o Negro, para o transporte de drogas e que elas circulam de mãos dadas com o crime ambiental.

Intervenção civil

Sérgio Abranches
segunda-feira, 7 julho 2008 10:07

A Casa Civil esconde os novos dados do desmatamento. Mas não há como maquiar o que o governo faz na Amazônia, onde implementa um programa devastador e não aplica a lei.

Nota do INPE sobre Desmatamento

((o))eco
quinta-feira, 24 janeiro 2008 16:54

De Gilberto Câmara,
Diretor Geral do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

Meu caro Sergio

Para sua informação, veja a nota em anexo que o INPE divulgou hoje sobre o desmatamento na Amazônia entre Agosto e Dezembro de 2007. Peço a divulgação da nota e do esclarecimento a seguir para os leitores do Eco.

Leia nota divulgada pelo INPE.

O INPE considera que houve um desmatamento fora do comum em Novembro e Dezembro de 2007. O governo e a sociedade precisaram ser alertados do fato, para tomar as ações necessárias para enfrentar uma situação negativa para todos nós.

Aproveito para alguns esclarecimentos adicionais:

1. Como se pode verificar nos dados do INPE, o desmatamento visto pelo DETER entre Agosto e Outubro de 2007 foi de 1311 km2. Este valor é da mesma ordem de grandeza que o verificado pelo DETER entre Agosto e Outubro de 2006 (1246 km2).

2. O dado do PRODES correspondente a Ago 2006-Julho 2007, que mostrou o menor desmatamento desde 1991 (11.200 km2), foi fechado pelo INPE durante o mes de Novembro. Ainda não haviam evidências tão fortes sobre o recrudescimento do desmatamento quanto as que temos agora.

3. Durante os meses de Novembro e Dezembro de 2007, depois que calculamos os dados do PRODES, o INPE analisou os dados do DETER para esses dois meses. Verificamos que, para nossa supresa, houve desmatamento significativo na Amazonia nesses meses (quase 2.000 km2).

4. O desmatamento grande em Novembro e Dezembro é inusitado por se tratar de época de chuvas em condições normais. Em 2007, houve uma estação seca anormalmente longa no sul da Amazônia, que favoreceu o desmatamento nesse período.

5. Assim que o INPE verificou este grande aumento, comunicou o fato ao MCT e ao MMA, e prontamente divulgamos os dados para a imprensa e sociedade.

6. Note que os dados do IMAZON para este período são significativamente inferiores aos dados do INPE. Por exemplo, eles indicaram que no Mato Grosso, em Dezembro de 2007, teriam sido desmatados menos de 2 (dois) km2. O INPE mediu 538 (quinhentos e trinta e oito) km2 de desmatamento.

Não desejo retornar à nossa polêmica anterior, o que seria um desgaste desnecessário. Reitero apenas que mantenho meu ponto de vista discordante do teor de seu artigo “Anúncio Vazio”, publicado em 07.12.2007.

Quando divulgamos os dados do PRODES, as evidências sobre o recrudescimento do desmatamento não eram tão forte quanto hoje. Nas contas do INPE, foram os meses de Novembro e Dezembro que fizeram a diferença em 2007. Assim que verificamos a nova situação, o INPE e o MMA não hesitaram em dar a maior divulgação possível ao fato.

Abraços

Resposta de Sérgio Abranches: A nota do INPE e os esclarecimentos adicionais de seu diretor, Gilberto Câmara, confirmam o inteiro teor de minha coluna “Anúncio Vazio” de dezembro de 2007.

Leia debate anterior entre Gilberto Câmara e Sérgio Abranches.

Vôos mais altos

Eric Macedo
terça-feira, 18 setembro 2007 9:39

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais quer se tornar centro internacional de monitoramento de florestas tropicais, transferindo tecnologia para países em desenvolvimento.

O melhor trunfo do MST não fala

Marcos Sá Correa
sexta-feira, 17 agosto 2007 14:18

Fica no Pontal do Paranapanema, front dos conflitos fundiários, o exemplo mais convincente do que a reforma agrária pode fazer pela conservação da natureza.

O preço da ciência – Gilberto Câmara

Eric Macedo
segunda-feira, 16 abril 2007 18:41

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais precisa de 60 milhões do governo para lançar primeiro satélite 100% nacional até 2010. Capacidade de monitoramento da Amazônia pode se multiplicar por cinco.

Garimpos suspensos

Vandré Fonseca*
sexta-feira, 2 março 2007 18:26

Justiça Federal barra liberação de garimpos no Amazonas por falta de cumprimento de cuidados legais com o meio ambiente, como estudo de impacto ambiental e plano de recuperação.

Sem saída

Andreia Fanzeres
segunda-feira, 18 dezembro 2006 14:39

Brasil tem unidade de conservação que protege núcleo urbano, rebanho bovino, plantação de café e muita árvore no chão. Um dos maiores abacaxis do Ibama se chama Bom Futuro.

As origens da ansiedade amazônica I

José Augusto Pádua
quinta-feira, 6 abril 2006 17:49

Até metade do século XVIII, a visão da Amazônia limitava-se a elementos pontuais da natureza. O gigantismo da floresta era tão ignorado quanto sua destruição

Pesquisa no Pantanal

Marc Dourojeanni
sexta-feira, 24 março 2006 12:33

Pesquisas nas estações ecológicas federais são raridade. A burocracia e a falta de recursos deixam o Ibama admirando a exceção de sucesso no Sesc Pantanal.