Drogas devastam na Amazônia

Polícia Federal e Exército confirmam que o tráfico usa os rios da Amazônia, sobretudo o Negro, para o transporte de drogas e que elas circulam de mãos dadas com o crime ambiental.

Por Sérgio Abranches
6 de agosto de 2008

Intervenção civil

A Casa Civil esconde os novos dados do desmatamento. Mas não há como maquiar o que o governo faz na Amazônia, onde implementa um programa devastador e não aplica a lei.

Por Sérgio Abranches
7 de julho de 2008

Tribunal para desmatamento

Preocupado com o anúncio do avanço no desmatamento da floresta amazônica, o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, anunciou, nesta sexta-feira (25), que pretende criar um Tribunal Internacional em defesa da Amazônia

Por Salada Verde
25 de janeiro de 2008

Nota do INPE sobre Desmatamento

De Gilberto Câmara, Diretor Geral do Instituto Nacional de Pesquisas EspaciaisMeu caro SergioPara sua informação, veja a nota em anexo que o INPE divulgou hoje sobre o desmatamento na Amazônia entre Agosto e Dezembro de 2007. Peço a divulgação da nota e do esclarecimento a seguir para os leitores do Eco.Leia nota divulgada pelo INPE.O INPE considera que houve um desmatamento fora do comum em Novembro e Dezembro de 2007. O governo e a sociedade precisaram ser alertados do fato, para tomar as ações necessárias para enfrentar uma situação negativa para todos nós.Aproveito para alguns esclarecimentos adicionais:1. Como se pode verificar nos dados do INPE, o desmatamento visto pelo DETER entre Agosto e Outubro de 2007 foi de 1311 km2. Este valor é da mesma ordem de grandeza que o verificado pelo DETER entre Agosto e Outubro de 2006 (1246 km2).2. O dado do PRODES correspondente a Ago 2006-Julho 2007, que mostrou o menor desmatamento desde 1991 (11.200 km2), foi fechado pelo INPE durante o mes de Novembro. Ainda não haviam evidências tão fortes sobre o recrudescimento do desmatamento quanto as que temos agora.3. Durante os meses de Novembro e Dezembro de 2007, depois que calculamos os dados do PRODES, o INPE analisou os dados do DETER para esses dois meses. Verificamos que, para nossa supresa, houve desmatamento significativo na Amazonia nesses meses (quase 2.000 km2).4. O desmatamento grande em Novembro e Dezembro é inusitado por se tratar de época de chuvas em condições normais. Em 2007, houve uma estação seca anormalmente longa no sul da Amazônia, que favoreceu o desmatamento nesse período.5. Assim que o INPE verificou este grande aumento, comunicou o fato ao MCT e ao MMA, e prontamente divulgamos os dados para a imprensa e sociedade.6. Note que os dados do IMAZON para este período são significativamente inferiores aos dados do INPE. Por exemplo, eles indicaram que no Mato Grosso, em Dezembro de 2007, teriam sido desmatados menos de 2 (dois) km2. O INPE mediu 538 (quinhentos e trinta e oito) km2 de desmatamento.Não desejo retornar à nossa polêmica anterior, o que seria um desgaste desnecessário. Reitero apenas que mantenho meu ponto de vista discordante do teor de seu artigo "Anúncio Vazio", publicado em 07.12.2007.Quando divulgamos os dados do PRODES, as evidências sobre o recrudescimento do desmatamento não eram tão forte quanto hoje. Nas contas do INPE, foram os meses de Novembro e Dezembro que fizeram a diferença em 2007. Assim que verificamos a nova situação, o INPE e o MMA não hesitaram em dar a maior divulgação possível ao fato.AbraçosResposta de Sérgio Abranches: A nota do INPE e os esclarecimentos adicionais de seu diretor, Gilberto Câmara, confirmam o inteiro teor de minha coluna “Anúncio Vazio” de dezembro de 2007.Leia debate anterior entre Gilberto Câmara e Sérgio Abranches.

Por Redação ((o))eco
24 de janeiro de 2008

Vôos mais altos

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais quer se tornar centro internacional de monitoramento de florestas tropicais, transferindo tecnologia para países em desenvolvimento.

Por Eric Macedo
18 de setembro de 2007

Micos na floresta de dados

O avanço de infra-estrutura sobre a floresta amazônica acelera o seu desmatamento e consolida pasto e estradas.O estrago é quantificado em números que a população pouco entende

Por Efraim Rodrigues
20 de abril de 2007