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Organização resgata e trata milhares de papagaios-cinzentos no Congo

Sabrina Rodrigues
segunda-feira, 20 novembro 2017 9:11
O papagaio-cinzento ou papagaio-do-congo (Psittacus erithacus) é um papagaio africano, de plumagem predominante cinzenta e cauda vermelha, contrabandeados para diversas partes do mundo como animal de estimação. Foto: Nodata/Flickr.
O papagaio-cinzento ou papagaio-do-congo (Psittacus erithacus) é um papagaio africano, de plumagem predominante cinzenta e cauda vermelha, contrabandeados para diversas partes do mundo como animal de estimação. Foto: Nodata/Flickr.

A Wildlife Conservation Society (WCS) lançou um vídeo mostrando papagaios-cinzentos (Psittacus erithacus) africanos, que foram apreendidos de traficantes na República do Congo por guardas florestais, sendo tratados em um centro de resgate construído especialmente para a reabilitação destas aves. Os pássaros seriam contrabandeados para mercados na Europa e no Oriente Médio.

O vídeo de um minuto e quarenta segundos tem a intenção de chamar a atenção dos potenciais compradores de papagaios cinzentos para que não os comprem.

Pegos ilegalmente da natureza para o comércio internacional como animais de estimação, o Psittacus erithacus sofreu um declínio catastrófico da sua população. Hoje, essa espécie está classificada como Em Perigo, na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN).

Os papagaios chegam ao centro de reabilitação doentes e feridos, por conta disso, o processo de recuperação desses animais começa com a redução do seu stress físico e mental para que eles não sucumbam a todo o mal-trato a que foram submetidos. A corrida contra o tempo é outra prioridade dos especialistas e veterinários.

No centro de reabilitação, as aves são tratadas por veterinários até estarem prontas para o retorno à natureza. Os traficantes dessas aves costumam cortar as penas das asas dos papagaios fazendo com que esses pássaros necessitem de mais tempo de recuperação.

O papagaio-cinzento ou papagaio-do-congo (Psittacus erithacus) é um papagaio africano, de plumagem predominante cinzenta e cauda vermelha, contrabandeados para diversas partes do mundo como animal de estimação.

A WCS planeja abrir um segundo centro de reabilitação em breve. O grupo também está trabalhando com o governo congolês para investigar as redes de tráfico e melhorar o patrulhamento.

Até agora, a equipe de resgate lançou quase 900 papagaios de volta à natureza.

Assista ao vídeo do trabalho dos veterinários e especialistas em aves do Zoológico do Bronx na recuperação desses papagaios:

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5 comentários em “Organização resgata e trata milhares de papagaios-cinzentos no Congo”

  1. Bom dia. Sou Funcionária Federal. Já tive um Aestiva, amo esses bebês. Li Alex e Eu de Irene Peperberg. Emocionante a história. Tenho muito interesse em adotar ou comprar um Cinza africano ou do Congo. Um sonho que está difícil de ser realizado. Quero um para companheiro do dia a dia para dar amor e carinho. Está muito caro. Aí, escutamos essas coisas dá tristeza. Por favor, se alguém puder me ajudar, pago até R$4.000,00. Passei e-mail para o IBAMA, poderiam fazer isso por mim, mas só me enviaram criadouros que cobram de 7 a 8 mil. Sem condições de eu comprar. Agradeço se puderem me indicar ou me encaminhar para um criadouro que aceitem minhas condições. Guardei metade do 13° de junho e agora de dezembro, para me dar de presente de Natal. Ainda tenho esperança. Obrigada pela atenção. É aguardo resposta. Fiquem com Deus.

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  2. Boa tarde. Vivi alguns anos em Kinshasa, e resgatei de uma feira de rua um papagaio cinzento de cauda vermelha, era ainda muito bebé, nem penas tinha. Quando voltei para Portugal, em 1996, trouxe o comigo, depois de ter feito todos os procedimentos necessários, para ele puder entrar em Portugal. Viveu comigo vários anos, Mas há mais ou menos 5 anos entraram em minha casa, e além das coisas que roubaram, levaram-no. Ele era muito manso, dentro de casa geralmente estava solto, só mesmo quando o colocava no jardim, ficava na gaiola. Sabia o nome dos meus filhos, e netos, e como já disse de manso que era nunca mordeu ninguém. Para mim foi uma perda irreparável, durante estes anos todos penso muitas vezes nele. Hoje tenho 70 anos e adorava ter um para me fazer companhia, pois vivo sozinha. Com a minha reforma, não dá para comprar um, e também, porque sou contra o comércio e o tráfico de estes animais, gostaria de saber se vocês não teriam algum que me pudessem doar. Peço desculpa de estar a fazer um apelo destes, mas realmente seria um sonho realizado se conseguisse ter um de novo. Muito obrigado Maria

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  3. A reportagem é para mostrar que a aquisição de um animal deste está provocando a extinção do mesmo na natureza e as pessoas comentam que queriam comprar! Acho que não entenderam nada! É claro que são lindos e inteligentes, mas se todos quiserem ter um, não restará nenhum na natureza.

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