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Araucária entre prédios em Curitiba, capital do Paraná. Foto: OJS.

O que pensam os candidatos à presidência da república, ao Senado, Governo do Paraná e dos deputados estaduais e federais que concorrem no Estado sobre a proteção da biodiversidade no Sul do Brasil? é o que dez instituições com atuação na defesa e conservação da natureza querem saber.

Em uma eleição em que a temática ambiental mal aparece, ONGs e institutos ambientalistas escreveram uma carta que estabelece prioridades para uma efetiva proteção e conservação do patrimônio natural sul brasileiro – incluindo ambientais naturais marinhos e terrestres – e um ofício com seis questionamentos sobre o que pensam a respeito da proteção da biodiversidade no Sul do país foram encaminhadas aos candidatos na última quinta-feira (20). Eles têm até o fim desta semana, dia 28 de setembro, para responder se consideram as propostas coerentes para serem atendidas, caso sejam eleitos, e para indicar a preocupação que demonstram com questões relativas à conservação da biodiversidade no estado do Paraná.

Assinam a carta o Observatório de Justiça e Conservação (OJC), a Associação dos Protetores de Áreas Verdes de Curitiba e Região Metropolitana (APAVE), Associação Mar Brasil, Grupo Fauna, Hub Verde, Mater Natura Instituto de Estudos Ambientais, Instituto Meros do Brasil, Rede Abrolhos, Rede Nacional Pró Unidades de Conservação (Rede Pró-UC) e Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS).

“Estaremos cada vez mais vigilantes quanto à proposição e o atendimento de medidas que indiquem o entendimento do que representa o interesse público e a busca pelo pleno desenvolvimento econômico e social do sul do Brasil, que precisa estar alinhado à garantia de um meio ambiente ecologicamente equilibrado, que é um direito previsto na Constituição Nacional. Para isso, é fundamental que os candidatos se comprometam a trabalhar para que composições suficientemente significativas de áreas naturais bem conservadas de diferentes ecossistemas sejam garantidas pelo poder público”, defende Giem Guimarães, diretor-executivo do OJC.

Leia a carta na íntegra.

 

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