Quatro décadas de desmatamento
Geonotícia
Jornalismo feito com imagens de satélite e ferramentas geoweb

Quatro décadas de desmatamento

Paulo André Vieira
segunda-feira, 17 junho 2013 3:37

Segundo estimativas do INPE e da ONU, no ano de 1970 a floresta amazônica cobria 4.100.000 km² do território brasileiro. Quatro décadas depois, mais de 750.000 km² de floresta foram desmatados, significando que por volta de 20% da floresta existente em 1970 já foi derrubada. 91 % da dessa terra desmatada desde 1970 é usada para pastagem de gado, apesar da Amazônia ser a floresta tropical mais rica em espécies do mundo, com milhões de espécies de insetos, dezenas de milhares de espécies de plantas, milhares de espécies de peixes, pássaros e mamíferos.

Abaixo você pode ver como a paisagem da floresta mudou nessas últimas quatro décadas. Abaixo você pode ver imagens históricas de 1975 disponíveis no Google Earth e também imagens catalogadas pelo programa Landsat desde 1984, e compará-las com imagens recentes das mesmas regiões, temos uma visão assustadora do quanto de floresta foi derrubada nesses 44 anos.

Você pode também acompanhar os últimos dados sobre o desmatamento na Amazônia e ler notícias sobre a região no projeto InfoAmazônia, feito por ((o))eco em parceria com a Internewse o Centro Internacional de Jornalistas (ICFJ).

Apuí – AM – 16 de agosto de 1985

Apuí – AM – 10 de junho de 2013

Aripuanã – RO – 3 de junho de 1984

Aripuanã – RO – 12 de setembro de 2009

Ariquemes – RO – 1975

Ariquemes – RO – 2013

Buritis – RO – 1975

Buritis – RO – 2013

Castelo dos Sonhos – PA – 16 de junho de 1988

Castelo dos Sonhos – PA – 8 de agosto de 2007

Nova Mamoré – RO – 13 de junho de 1989

Nova Mamoré – RO – 3 de setembro de 2007

Novo Progresso – PA – 14 de outubro de 1985

Novo Progresso – PA – 1 de setembro de 2010

São Felix do Xingu – PA – 23 de junho de 1984

São Felix do Xingu – PA – 24 de outubro de 2011

Deixe um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.