Jeitinho tem limite

((o))eco
terça-feira, 31 julho 2007 16:22

A repórter Rose Domingues, da Gazeta de Cuiabá, escreveu um texto interessante sobre o zoológico da cidade, que não tem licença para funcionar. A matéria, que saiu nesta segunda-feira, é boa, mas a jornalista esqueceu de citar a sua fonte principal: a reportagem de Andreia Fanzeres aqui em O Eco, publicada no fim da semana passada. O Zôo cuiabano tem 30 anos e cuida, com parcos recursos e estrutura, de 800 animais de 79 espécies da Amazônia, Pantanal e Cerrado.

Atmosfera instável

((o))eco
terça-feira, 31 julho 2007 15:42

Bill Proenza, o diretor do US National Hurricane Center – central americana responsável por soar o alarme de furacões – está no centro de uma tempestade de polêmicas que pode resultar na reposição do cargo recém-assumido. Proenza cultivou desafetos dentro do NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration), a matriz do Hurricane Center, por ter delatado publicamente a falta de um plano para a reposição do satélite QuickScat, que entre várias coisas recolhe dados sobre os ventos oceânicos para a equipe responsável por prever furacões. A temporada de furacões está para iniciar e o receio das autoridades é que o ressentimento dos empregados com a crise, influencie nas previsões climáticas americanas.

Veto

((o))eco
terça-feira, 31 julho 2007 15:26

O projeto de lei que declara o rio Ribeira de Iguape patrimônio histórico, cultural e ambiental do estado de São Paulo foi vetado na última sexta-feira pelo governador José Serra, que o declarou inconstitucional. Para Serra, a proteção do rio cabe ao poder Executivo, federal. O intuito do projeto de autoria do deputado Raul Marcelo era proibir a construção de qualquer tipo de empreendimento que alterasse as condições naturais do rio. No momento, o Ibama faz as últimas análises sobre o licenciamento ambiental da usina Tijuco Alto, a ser construída no rio Ribeira, único ainda sem barragens do estado.

Pesado

((o))eco
terça-feira, 31 julho 2007 15:22

Equipes de fiscalização do Ibama estão em campo na tentativa de coibir desmatamentos ilegais em terras indígenas e unidades de conservação em Rondônia. Há um ano, o instituto identificou e desmontou pelo menos 11 madeireiras no extremo oeste do estado. Mas algumas voltaram a se instalar principalmente no distrito de Jacinópolis, em Guajará-Mirim, onde uma estrada clandestina foi aberta num parque estadual e tem sido usada por traficantes de drogas. O Ibama avisou que vai destruir as pontes dessa rodovia, além de desativar madeireiras sem licença.

Veneno no Tibagi

((o))eco
terça-feira, 31 julho 2007 15:21

A Liga Ambiental, organização paranaense que defende a preservação do rio Tibagi, denunciou que a construção da usina hidrelétrica de Mauá, que já recebeu licença prévia, pode provocar envenenamento por metais pesados no curso. De acordo com um relatório divulgado pela entidade, o empreendimento pode comprometer o abastecimento hídrico de milhões de pessoas, incluindo a população de Londrina.

Passivo ambiental

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terça-feira, 31 julho 2007 15:11

Segundo o relatório da Liga Ambiental, minas de carvão abertas na década de 30 e desativadas nos anos 90 no município de Telêmaco Borba ainda contêm enxofre, chumbo, cádmio e manganês. A área tem 10 hectares e os rejeitos foram cobertos com terra com o intuito de esconder o passivo ambiental. Uma vez inundada, as minas podem se transformar em “chaminés de ácidos e metais pesados”.

Monitorado por satélite

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terça-feira, 31 julho 2007 15:10

Nesta semana, um gavião-real recebeu um microchip e numeração do Centro Nacional de Pesquisa para Conservação das Aves Silvestres do Ibama (Cemave), para monitoramento remoto desta que é a maior ave de rapina do país. Foi a primeira vez que pesquisadores conduzidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) conseguiram marcar o animal, que vai ser acompanhado por satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Trata-se de um filhote encontrado ainda no ninho, num assentamento do Incra em Parintins, no Amazonas.

Chove chuva

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terça-feira, 31 julho 2007 14:39

Na Ásia, o número de mortos devido a enchentes desde o início da temporada de chuvas está entre 500 e 700 na China e 800 na Índia. Segundo notícia o O Estado de São Paulo, cidades inteiras ficaram alagadas e 9 milhões de pessoas estão desabrigadas nos dois países. O governo chinês estima que o prejuízos no país estejam na ordem de 6,9 bilhões de dólares. Bangladesh, Nepal, Afeganistão e Paquistão também têm sofrido com as tempestades.