Grande notícia

((o))eco
quinta-feira, 31 maio 2007 21:20

As esmagadoras de soja dizem que não vão mais financiar a produção de grãos de fazendeiros que forem plantados em áreas de novos desmatamentos na Amazônia. A promessa foi feita na quarta-feira, durante encontro que reuniu em Brasília representantes das indústrias de óleos vegetais, de exportadores de grãos e de Ongs.

Todo cuidado

((o))eco
quinta-feira, 31 maio 2007 21:16

A promessa, na verdade, é uma declaração de intenções e vale somente para a próxima safra, que começa a ser plantada em setembro e outubro. Portanto, toda a vigilância para transformar desejo em realidade é pouca. Logo será possível saber se as esmagadoras estão falando sério. Suas negociações com os produtores para financiar a produção do ano que vem começam em breve. Se o passo for dado, consolidará de vez a moratória de compra de soja vinda de áreas desmatadas na região Norte. A moratória foi declarada pela indústria depois que o Greenpeace azucrinou a vida da Cargill em Santarém em maio do ano passado.

Atropelamentos no Pantanal

((o))eco
quinta-feira, 31 maio 2007 18:06

Pesquisadores da Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso só estavam esperando as águas do Pantanal baixarem para darem início a um trabalho até agora inédito na Transpantaneira. Vão começar a monitorar o número de atropelamentos de animais na via, entre Poconé e Porto Jofre, em 140 quilômetros. Os trabalhos começam no dia 11 de junho e a intenção é que os levantamentos aconteçam todo mês para que no futuro seja formatada uma estratégia para evitar esses acidentes.

Censo das aves

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quinta-feira, 31 maio 2007 18:05

No mês seguinte, julho, será retomado o censo neotropical de aves aquáticas no Pantanal. Os pássaros que freqüentam o Parque Nacional do Pantanal e as Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) da Ecotrópica, no entorno, já foram contabilizados no início do ano. Agora chegou a vez dos que aparecem nas redondezas da Transpantaneira e dos parques estaduais Encontro das Águas e Guirá.

Quem, eu?

((o))eco
quinta-feira, 31 maio 2007 18:03

As especulações continuam à solta em relação à licença ambiental para o Complexo Madeira, em Rondônia. Mas, oficialmente, ninguém assume previsão de datas para isso acontecer. O Ministério de Minas e Energia, que pelas mãos do ex-ministro Silas Rondeau, divulgou que de maio não passava, agora informa que espera a posição oficial do Ibama, quando ela vier. O Ibama, por sua vez, não quer dar prazos para a divulgação do parecer que vai indicar se o empreendimento é ecologicamente viável. E diz que quem tem soltado datas para a imprensa é justamente Minas e Energia.

Novidade

((o))eco
quinta-feira, 31 maio 2007 17:58

A reunião da Comissão Internacional da Baleia (CIB) em Anchorage, no Alaska, reconheceu como legítimos interesses de uso não-letal dos estoques de baleia para operações de ecoturismo, leia-se observação de cetáceos, e trabalhos de pesquisa. É a primeira vez desde que a CIB foi formada hea 59 anos que isso acontece.

Mais uma

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quinta-feira, 31 maio 2007 17:30

Começou por volta das 17h a segunda reunião do dia de Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, com o presidente Lula. Na pauta, o resultado do reexame do EIA-Rima das hidrelétricas do Madeira, que a Casa Civil e o Ministério das Minas e Energia insistiram ao longo da semana que sairia hoje. Aparentemente, a coisa continua encroada.

Do avesso

((o))eco
quinta-feira, 31 maio 2007 14:29

A Folha de São Paulo desta quinta-feira trouxe uma nota que só faz sentido se for lida integralmente. O título é completamente surtado: “Proteção demais faz mal a espécies”. O texto até que faz sentido. Quando uma espécie é alçada a um grau superior de proteção pela Convenção sobre Comércio de Espécies Ameaçadas (Cites), a tendência é que haja um aumento da extração (segundo um estudo publicado na “Nature”, de até 400%), pois os exploradores do bicho ou planta, prevendo dificuldades no futuro, preferem fazer estoque. Só que quem faz mal às espécies, ora bolas, são os caçadores e madeireiros. Não a sua proteção. Segundo a Folha, o grupo de cientistas autores do estudo defende que a Cites se preocupe menos com proibições e mais com vigilância.

Haja óleo de peroba

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quinta-feira, 31 maio 2007 14:27

O presidente norte-americano George W. Bush garantiu nesta quinta-feira que o seu governo leva a sério o problema do aquecimento global. Só que a sua visão é diferente da de países como a Alemanha, por exemplo, que deve pregar na reunião do G8 da próxima semana o corte de 50% das emissões carbônicas até 2050. Bush aposta mesmo é no desenvolvimento tecnológico, que vai salvar o mundo quando ele mais precisar, a longo (e bota longo nisso) prazo. Disse que até o final de 2008 vai realizar reuniões com os 14 países mais poluentes (incluindo os em desenvolvimento) para estabelecer planos. “Os Estados Unidos estão na liderança”, disse o comandante-em-chefe, segundo a BBC News.