Enterrado

Carolina Elia
quarta-feira, 30 novembro 2005 20:05

O projeto de lei que defendia a implantação de usinas de álcool no Pantanal foi arquivado pela Assembléia Legislativa do Mato Grosso do Sul. Dezessete dos vinte e dois deputados presentes concordaram com o parecer que atestava que a proposta era inconstitucional. O próximo passo, defendido tanto por políticos quanto por ambientalistas, é aprovar o Zoneamento Ecológico-Econômico do Pantanal.

Brita útil

Lorenzo Aldé
quarta-feira, 30 novembro 2005 19:28

Mais uma votação do Conama, mais artigos aprovados na Resolução que libera diversas formas de uso das Áreas de Preservação Permanente (APPs). Na rodada desta terça e quarta, dias 29 e 30, uma vitória das mineradoras. A exploração de rochas de uso direto na construção civil, como a brita, ganhou vaga na categoria “utilidade pública”. E, como tal, poderá ocorrer em nascentes de rios.

Lixo relativo

Lorenzo Aldé
quarta-feira, 30 novembro 2005 19:26

Outro artigo controverso era o que tratava do destino dos rejeitos e estéreis produzidos pela mineração. Pelo texto aprovado, a obrigação de retirar a sujeira é da mineradora, salvo “em casos excepcionais”. A palavra final caberá ao “órgão ambiental competente” local. Seja ele qual for.

O preço de uma montanha

((o))eco
quarta-feira, 30 novembro 2005 18:17

De Mônica Laí­sMontanhista e escaladora paulistado CEU- Centro Excursionista UniversitárioOi Rafael, tudo bem?Li seu artigo sobre os pontões capixabas e fiquei muito indignada.Acabei mandando o link para o Ministério Público Estadual de lá. E pedi providências a respeito. Se acaso o André Ilha tiver mais fotos e ví­deo seria muito bom para juntar numa ação ambiental.Vou mandar para o MP Federal também. Já o caso de ação Civil Pública contra essas mineradores e contra o órgão ambiental frente à sua omissão fiscalizatária.Os montanhistas e escaladores devem tomar esse espaço antes q seja tarde demais. O negócio é sair grampeando vias e divulgando na net para ver se com o aumento de turismo, essa atividade cesse. Para convencer a população local, os detentores dessas propriedades, à fazer o calculo da economia ambiental que vale para uma eternidade, e não apenas de uma detonação.Estou lendo os seus artigos. Nem sempre da para ler tudo na net, mas faço o possí­vel.Parabéns!

A história dos insetos

((o))eco
quarta-feira, 30 novembro 2005 14:28

Foi lançado nos Estados Unidos o primeiro livro que revela toda a trajetória dos insetos na terra. Chama-se Evolution of the Insects e foi escrito por dois entomologistas. Para quem acha os bichinhos inúteis, o The New York Times lembra que eles são responsáveis por manter o equilíbrio natural do planeta.

Europa em xeque

((o))eco
quarta-feira, 30 novembro 2005 14:24

Relatório da Agência Européia de Meio Ambiente traça um futuro negro para o velho continente. Como diz reportagem do jornal inglês The Independent, ninguém estará imune aos efeitos da mudança climática que, segundo o relatório, há 5 mil anos não acontecia de forma tão intensa. Só para se ter uma idéia, 3/4 dos glaciares suíços vão derreter até 2050. O relatório está disponível na internet.

Curupira para baixinhos

((o))eco
quarta-feira, 30 novembro 2005 14:08

A Polícia Federal prendeu o secretário de habitação de Cuiabá e mais 17 pessoas suspeitas de desejarem grilar e desmatar a área indígena de Rio Pardo, Mato Grosso. Trata-se de uma região de 53 mil hectares próxima a divisa com o Amazonas e onde vive uma tribo isolada conhecida como baixinhos. A operação foi considerada um desdobramento da Curupira, realizada em junho, diz a Folha de São Paulo.

Em boa hora

((o))eco
quarta-feira, 30 novembro 2005 14:05

O jornal O Globo informa que um plano elaborado pelo ministério público para por ordem em todo o litoral brasileiro neste verão começou a ser implantado na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. As dunas da Praia do Forte, em Cabo Frio, já se livraram de 52 barracas e as praias das Conchas e do Peró – que costumam ficar lotadas nas férias escolares- vão ser as próximas a passar por uma revolução ambiental. Tomará que dure.

Métrica

((o))eco
quarta-feira, 30 novembro 2005 10:15

A Faculdade de Medicina da USP acaba de receber um equipamento inédito no
Brasil. É uma engenhoca portátil capaz de medir os níveis de poluição do ar
em ambientes diversos ­ de interiores de prédios e veículos a avenidas de
transito intenso. Custa 12 mil reais e foi doado pela Escola de
Saúde Pública de Harvard e pela Universidade Técnica Federico Santa Maria do
Chile. A máquina deve começar a ser usada em pesquisas ainda este ano.