Responsabilidade socioambiental: um caminho promissor

Suzana Padua
sexta-feira, 29 julho 2005 19:09

Finalmente uma boa notícia. Está na moda entre empresas bem-sucedidas uma onda que pode transformar o mundo: a prática da responsabilidade socioambiental.

Gato e sapato III

((o))eco
sexta-feira, 29 julho 2005 18:19

De Valeria Serra Cordeiro Fiquei profundamente indignada ao ler a “reportagem” Gato e Sapato de autoria da Sra. Ana Antunes. Não pertenço ao grupo de protetores voluntários do Jockey Club, mas, como muitas pessoas que amam os animais e a natureza, tenho a maior admiração pelo árduo e perseverante trabalho dessas pessoas, que lutam cotidianamente para proteger a fauna urbana, enfrentando preconceitos, ignorância, descaso das autoridades, desrespeito às leis ambientais, e a certeza da impunidade demonstrada por muitos infratores dessas leis, como o atual diretor do Jockey Club, Sr. Elazar Davi Levy. A falta de conhecimento e, mais grave ainda, a tentativa de ironizar o tema e de desqualificar alguns dos envolvidos (a parte mais frágil, obviamente) demonstradas pela autora da “reportagem” são incompatíveis com um jornalismo sério, investigativo, ético. A pretensa “reportagem” desrespeita não somente os protetores voluntários, cidadãos sérios e merecedores de toda consideração, como também o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RJ – SEÇÃO DE MEIO AMBIENTE, já que o mesmo tomou a iniciativa de instaurar a ação civil, e a COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE DA OAB/RJ, que assumiu a defesa desses animais (chamados pela “reportagem” de “vadios”), no âmbito criminal. O ECO fica devendo uma reparação a essas instituições e a esses cidadãos, e a todos os seus leitores, que merecem e esperam menos amadorismo e mais jornalismo de qualidade.

Gato e sapato II

((o))eco
sexta-feira, 29 julho 2005 18:16

De Ana YatesAna Carolina,Faço do abaixo exposto que foi a vocês endereçado por Marli Perilo, o registro de minha própria indignação pela abordagem infeliz na reportagem em pauta. E, como bem colocou essa muito digna companheira de lutas em defesa dos animais, nada mais acrescento e silencio-me em respeito às centenas dos gatos mortos no Hipódromo do Jockey Club.

Gato e sapato I

((o))eco
sexta-feira, 29 julho 2005 18:11

De Marli PeriloDefensora dos Gatos do Hipódromo da GáveaPrezados senhores,Tive a oportunidade de ler a matéria Gato e sapato que fala sobre os gatos do Jockey Club do Rio de Janeiro.Primeiramente, gostaria de deixar registrada a minha indignação pela abordagem tendenciosa e equivocada da jornalista. Faltou-lhe sensibilidade e conhecimento dos fatos, elaborando um texto confuso e cheio de impropriedades.Em segundo lugar, manifesto a minha decepção por ler isso tudo num jornal que deveria estar conscientizando pessoas sobre a importância do respeito aos direitos dos animais. Não foi isso que encontrei.Fui procurada pela Ana Carolina porque queria fazer uma matéria sobre os gatos do Jockey. Não a conheci pessoalmente, e também não pude entender exatamente o que pretendia abordar. Encontrei-me com dois jovens no Jockey que, no máximo, tiraram umas fotos e fizeram poucas perguntas objetivas. Julguei ao final que não chegaríamos a lugar algum.Ana Yates enviou-lhe alguns documentos e o resultado está nessa matéria que comento abaixo. Aproveito as frases da jornalista porque julgo ficar mais inteligível.1 – “Como tantas praças do Rio de Janeiro, a Santos Dumont, no bairro da Gávea, é usada para despejo de gatos”.O abandono acontece no Hipódromo da Gávea e não na Praça. Na maioria das vezes, os gatos são levados por freqüentadores, funcionários e prestadores de serviço do JCB.2 – “Mas a Santos Dumont tem uma coisa que as outras praças não têm: um fã clube grã-fino freqüentado por esses animais vadios. E isso está virando um problema”.Não sei o que quer dizer com fã clube grã-fino, muito menos animais vadios. Se você refere-se aos defensores, eu, por exemplo, sou uma pessoa comum, trabalho como um cidadão qualquer, mas ainda sim encontro um tempo no meu dia para fazer esse trabalho voluntário, de forma honesta e consciente. A expressão “animais vadios” é um tanto imprópria, mesmo porque eles não fizeram essa escolha. Foram retirados de suas casas e lançados às ruas. Certamente, se eles pudessem escolher, estariam em cima de um sofá macio, quentinho e não correndo de um lado para o outro para se abrigar da chuva e, claro, se esconder do bicho homem que faz questão de espancá-los, quando lhe dá vontade.Quanto a estar virando um problema, há pelo menos 30 ANOS gatos são levados para as cocheiras por proprietários de cavalos e outros para manter os ratos longe dos puro-sangue. Isso sim deu início à proliferação de animais por falta de controle da natalidade!3 – “O Jockey Club do Rio de Janeiro, que fica em frente à praça, virou alvo de críticas e até processo na Justiça, acusado de dar sumiço”Se você tivesse lido os documentos que Ana Yates lhe passou teria observado que o processo iniciou-se não por sumiço mas por maus-tratos e óbitos continuados de animais. “…Mas seu caso parece uma história de mistério policial”.Não trata-se de mistério algum. As mortes são óbvias, transparentes e bem ilustradas no inquérito civil e no processo criminal.4 – “.. o Jockey Club tinha a fama de tratar seus vira-latas quase tão bem quanto os cavalos de raça que hospeda …O que teria havido?”Na realidade, quando criou-se a Comissão de Defesa e Apoio aos Gatos do Hipódromo, iniciou-se um trabalho organizado e, em parceria com a Direção do Jockey, através do Diretor do Hospital Veterinário, vários acordos foram firmados, mas os gatos sempre foram alimentados, tratados e esterilizados EXCLUSIVAMENTE pelos membros da Comissão e voluntários. O Jockey NUNCA cedeu uma única porção de ração ou qualquer medicamento para uso dos animais. Toda a estrutura montada para o trato dos animais saiu do bolso desses voluntários. O que você chama de “tratar bem?”5 – “A pista leva a 2002, quando a produção do Vivo Open Air …..pediu para que os gatos fossem retirados do local…… Os bichos não combinavam com o perfil do público que iria à festa. O Clube improvisou um gatil para confinar os animais… O Clube parece ter gostado, porque resolveu manter os gatos no gatil”.Primeiramente quem improvisou o gatil foi a produtora do evento, Duetto Produções, e não a Direção do Clube. Aliás, a Direção do Departamento do Hipódromo ficou visivelmente irritada com essa situação, chegando mesmo a reclamar do “fedor que ficaria aquela área ao lado da Administração” Em segundo lugar, nunca, em momento algum, ouviu-se dizer que havia incompatibilidade de qualquer evento com a presença dos gatos. Curiosamente, somente depois da produtora firmar contrato com o JCB percebeu-se que havia uma quantidade considerável de gatos circulando pelas tribunas. 6 – “… eles causavam transtornos aos sócios, sujando a tribuna de honra, cruzavam as pistas em horas de corrida, assustando cavalos e, ainda por cima, enfiando-se em tubulações e geradores de energia”Quem informou-lhe tais fatos poderia ter fornecido também as datas dos acidentes ocorridos com cavalos por causa dos gatos, quantos acidentes ocorreram desde a inauguração do Hipódromo. Eu lhe digo: NENHUM! Os geradores e subestações são locais lacrados e não podem ficar abertos. Em 100 anos não mais de 3 gatos foram eletrocutados, mas porque eletricistas esqueceram as portas abertas. Se fossem crianças circulando pelo local elas poderiam ter sido as vítimas! Quem pagou o pato? OS GATOS!!!7 – “Até aí tudo bem. O gatil não gerou queixas”Engano seu. A Comissão foi consultada sobre esse procedimento e somente concordou porque seria temporário e, principalmente, porque a nossa parceria com o clube era baseada em cooperação, bom -senso e harmonia. 8 – “As voluntárias continuavam levando os gatos para o abrigo, onde os tratavam e alimentavam”.Aquele local não era um abrigo, era uma área porcamente improvisada pela Duetto. Como acordado com o então Diretor do Hospital Veterinário e a produção do evento, a Comissão deu plantão não só assistindo aos animais aprisionados, recolhendo outros que a produtora insistia que assim o fizéssemos, como também alimentando os animais das demais colônias.9 – “A controvérsia surgiu quando o clube mudou de diretoria, em novembro de 2002.” O Clube não mudou de diretoria. O Diretor do Departamento Médico Veterinário, que tratava dos assuntos afetos aos gatos, é que pediu demissão do cargo, porque foi dado ao Sr. Elazar David Levy, Diretor do Hipódromo, a responsabilidade de “cuidar dos gatos” .10 – “…a partir dessa troca de guarda adotou-se o que qualificam como política de extermínio. Elas acusam o Jockey Club de dar veneno… e até queimá-los no forno crematório.”Não trata-se de uma simples acusação de envenenamento. Existe um laudo de necrópsia, anexado ao processo judicial, que comprova tal fato. Foi usado chumbinho e não apenas gato morreram mas uma família inteira de gambás. Se você não sabe, matar animais silvestres é considerado crime INAFIANÇÁVEL!Além disso, nunca fizemos acusação de que os gatos estariam sendo incinerados. Na verdade questionávamos a legalidade de tal forno, uma vez que, até bem pouco tempo, o JCB não tinha licença da FEEMA para funcionar. E o mesmo estava a pleno vapor há anos. Mas quem garante que isso não acontecia?!!11 – “… afirma que quem rompeu o acordo foram as voluntárias. Elas se comprometeram a dar comida aos bichos e não o fizeram.” Nunca fizemos acordo algum com o Sr. Elazar David Levy. Numa única reunião que estivemos com ele, inclusive com a presença de uma sócio fundadora do Clube, administradora de um abrigo de cães, mostrou-se intransigente, alheio a diálogo e determinado a prender todos os demais gatos que existiam nas diversas colônias. Discordamos, sim, dessa intenção e explicamos o porquê, enumerando os problemas que isso iria causar aos animais, mesmo porque a área era pequena para tantos animais. À época, cerca de 400 gatos.12 – “.. afirma ainda que as voluntárias, chefiadas por Ana Yates e Marli Perilo, agiram de má fé… Com a briga foram impedidas de frequentar o gatil e o convênio, rompido.”Há uma tremenda confusão aqui. Temos que dar um desconto porque esse senhor já tem idade avançada e pode estar delirando, ou talvez, com esclerose. Não tem mais memória. A proibição surgiu a partir do momento que o próprio Elazar assumiu o assunto GATOS. Na época, dentro do cercado, havia cerca de 80 gatos presos por força do evento e os outros 300 foram impedidos de ser alimentados por esse senhor. A própria Ana Yates ligou para o Sr. Elazar implorando que ele reconsiderasse essa decisão. O mesmo disse-lhe que ela poderia entrar no Jockey mas com uma caixa de captura. Comida só dentro do gatil”. Eu lhe pergunto: onde está a má fé?Quanto ao convênio, que convênio ele se refere? Não havia convênio nenhum com o JCB. A proposta de convênio com a Prefeitura estava devidamente engavetada na mesa desse senhor. Suas palavras sobre a proposta de convênio foram: “imagina a Prefeitura está querendo transformar a minha casa num posto de saúde de gatos” Além disso, o convênio inicialmente esboçado pela SEPDA, que previa um atendimento mais amplo aos gatos, surgiu em função de solicitação da própria Comissão de Defesa e Apoio aos Gatos do Hipódromo.13 – “Apesar da proibição, o trabalho de proteção aos vira-latas não acabou. Achei a expressão “vira-latas” carregada de preconceito e num tom meio perjorativo. Po que esse modo de tratar o assunto, especialmente por um jornal que se diz defender a ecologia, os animais? Mesmo porque não apenas animais sem raça definida são alijados ali. Diversos siameses, persas e outros de origem mais nobre circulam e circularam pelo JCB após abandono.14 – “Três vezes por semana, Marli sai de sua casa… Há cinco anos ela se juntou a um grupo de mulheres que toma conta dos gatos de rua, cujo endereço residencial são os muros do JockeyEntrei para a Comissão de Apoio e Defesa aos Gatos do Hipódromo com o respaldo de duas ONGS – SOS Animal e USPA, comissão essa com[posta por vários voluntários. O nosso trabalho não se restringe a alimentá-los, mas a prestar assistência veterinária, esterilizar machos e fêmeas e doar. Centenas de animais, filhotes e adultos, foram encaminhados para um lar com o nosso trabalho. Até 2002, quase a totalidade de animais havia sido esterilizada, com um controle maravilhoso de natalidade. Não se via filhote algum para adotar. Hoje a situação é caótica. E tem sido assim desde novembro de 2002. Não fosse as voluntárias retirarem alguns animais que ainda circulam pelos áreas próximas aos muros, vindos do abandono contínuo, para castrar, alimentar e medicar, seria muito mais dramática a situação naquele clube.Outro engano: os muros não são os endereços residenciais do gatos. Eles vêm aos muros para receber a única cota de comida do dia, dada por mim e Ana Yates, porque diversas colônias foram literalmente desconsideradas pelos alimentadores contratados pela SEPDA, umas à pedido da Direção do JCB, outras por conveniência mesmo. Elas eram cerca de 26 e demandavam um certo trabalho para quem o fizesse bem feito. 15 – “ela jura que o número de gatos tem diminuído nos últimos anos.”Eu não preciso jurar coisa alguma. Eu sou testemunha ocular das mortes, das doenças, dos desaparecimentos. Tinha por hábito tirar fotos e tenho várias comigo de animais que nunca mais foram vistos. E desapareceram de suas colônias da noite para o dia. Sabemos da dificuldade para encaminhar um animal para adoção. Quantas almas bondosas existem pela Gávea querendo adotar gatos adultos, “vira-latas”, como usado pela jornalista, muitos sem orelha, cegos, e sem nenhuma beleza física digna de elogios, segundo os nossos padrões exigentes?16 – “…o Jockey estabeleceu um contrato de cooperação com a Secretaria Especial de Defesa dos Animais – SEPDA. O responsável pelo Hipódromo diz que a iniciativa da parceria partiu do próprio clube.”Para início de conversa, o convênio surgiu por sugestão da Comissão de Voluntários e não do clube. Depois, quem chamou a Prefeitura (SEPDA) para defender os gatos também fomos nós, da Comissão. A idéia de parceria não é mérito nenhum do Jockey. Foi uma estratégia montada para salvar os gatos depois da ação arbitrária do Clube. Basta perguntar à ex-secretária Maria Lúcia Frota para confirmar isso. É muita ousadia de quem passou essa informação equivocada.17 – “A prática lá era de campo de concentração, confinar para depois exterminar”.Veja bem, essa é uma declaração de uma pessoa idônea, representante de um órgão público, e que esteve bem perto do problema e, assim como nós, buscou, mesmo que sem sucesso, mudar os rumos da história daqueles gatos.18 – “Para investigar as denúncias de maus-tratos foi aberto um inquérito civil.”O inquérito civil foi aberto por iniciativa da Dra. Rosani após ler uma nota em jornal de que os gatos estavam sendo presos em porões junto às tribunas. Este fato foi comprovado e, apesar do MP possuir uma cópia do Atestado de Inteiro Teor emitido pela Secretaria de Saúde, até hoje não foi firmado um Termo de Ajustamento de Conduta como seria alegadamente feito. Só para enfatizar, eu estava presente no dia em que os porões tiveram que ser abertos e diversos gatos saíram de lá apavorados. Ninguém me contou isso: eu presenciei. 19 – “os gatos estão de coleira e parecem saudáveis.”Não se iludam. Os gatos que estão circulando pelo gatil foram recentemente colocados lá e ainda mantêm uma certa vitalidade, mas graças à ração dada por voluntários. A usada no Gatil é de péssima qualidade e seria bom que vocês voltassem lá em breve e procurassem pelos mesmos gatos saudáveis. Os debilitados já foram retirados de lá, possivelmente para não atrapalharem a imagem do local. A SEPDA alega que foram encaminhados para clínicas veterinárias., mas nunca respondeu aos nossos questionamentos. Não sabemos de fato o que aconteceu com eles.20 “Além disso, existe um ambulatório para cuidar dos bichanos que ficam doentes. “Isso é uma impropriedade. A casa antiga cedida pelo Jockey em 1999 servia apenas para esterilizar os animais e nunca teve a infra-estrutura necessária para dar assistência aos animais, nem agora nem na época em que a SEPDA assumiu o comando desses gatos.21 – “Ninguém pode passar por lá e sair com seu gato vadio”.Mais uma vez me indigno com essa forma preconceituosa de referir-se a esses animais. É inconcebível essa linguagem para tratar de um assunto tão delicado e desgastante para aqueles que se envolvem com defesa animal. Onde está o respeito aos animais.? Ë assim que vocês julgam estar contribuindo para a formação de uma consciência ecológica? Não pretendo me estender mais. Poderia apresentar outros fatos tristes sobre a saga desses gatos, mas acho que, definitivamente, não vale a pena. Entretanto, não poderia ficar calada diante de tanta inconsistência.. Em nome das centenas de felinos mortos no JCB, me silencio agora.Resposta da autora:A reportagem ouviu as partes envolvidas e registrou as versões divergentes, não encontrando evidências dos alegados maus-tratos.

Meia bomba

((o))eco
sexta-feira, 29 julho 2005 17:43

O acordo anunciado por Estados Unidos, Coréia do Sul, Índia, China e Austrália nesta quinta-feira, 28 de julho, para conter os avanços do aquecimento global não fez muito sucesso, diz o The Guardian. É que o acordo não prevê nenhuma meta de redução de emissão de dióxido de carbono ou uma data limite para a implementação de energia limpa. O acordo foi firmado em negociações secretas nos últimos 12 meses e o Japão foi o último país a se juntar ao grupo. Os seis integrantes garantem que o tratado não tem nenhuma intenção de suplantar o firmado em Kyoto. Para não dizer que não existe uma ala mais otimista, o jornal inglês afirma que algumas pessoas consideram que qualquer medida que traga Bush e sua turma para mais perto das questões ambientais vale a pena.

De um em um…

((o))eco
sexta-feira, 29 julho 2005 16:42

Em 1970, éramos 90 milhões em ação. Hoje, de acordo com o IBGE, já passamos dos 180 milhões de brasileiros. Para quem ainda não notou, o site do instituto tem um reloginho no canto superior esquerdo que vai mudando de minuto em minuto com a população estimada do país. Antes de escrever a nota, éramos 184.206.199. Agora, somos 149 a mais.