Mestre em Sociologia pela UnB, PhD em Ciência Política pela Universidade de Cornell e Professor Visitante do Instituto Coppead de Administração, UFRJ.
Chamado de hiperativo pela imprensa, o presidente mereceu essa qualificação no meio ambiente. Foram cem dias de muita definição e mudança. Lançou bases. Falta o prédio.
O Governo Federal e seus aliados no Congresso lançam ataque sobre o meio ambiente, com medidas provisórias e decretos legislativos. Oposição é cúmplice.
A quem pode interessar arrombar as portas de unidades de conservação para permitir sua ocupação de forma predatória? Só a gente grande ou aos “com corporação” pelas costas.
Márcio Moreira Alves foi meu primeiro parceiro na questão ambiental. No colunismo, olhava para o país que a grande imprensa raramente olha, o Brasil profundo.
O Brasil está na contramão do mundo. As lideranças políticas estão alienadas dos problemas reais e crescentes do país. Se nem a crise elas levam a sério, imaginem o meio ambiente.
Um ruralista divide o ambientalismo e pode mudar a cara da agricultura nos Estados Unidos, tornando-a mais sustentável e sem driblar a produção de biocombustíveis.
O presidente tem mostrado coerência entre o que disse em campanha e o que faz no governo sobre meio ambiente. Sua estréia na política global do clima será em abril, no G20.
Um Barack Obama presidente do EUA é muita mudança. Mas ele pode fazer muito mais. Tem o combustível renovável da vitória histórica e do sonho que se realiza. Será que o fará?
A metrópole americana redesenha suas ruas em nome da sustentabilidade. Elas tem pouco espaço para carros e privilegiam pedestres e ciclistas. No Brasil, não há nada igual.
Os biocombustíveis de primeira geração parecem condenados na UE e no EUA, exceção para o etanol de cana. O futuro será da segunda geração. Que futuro será esse?

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